Mídias Sociais

Esporte

Réver fala sobre confronto com o maior rival e lembra: “pode ser o divisor de águas”

Sérgio Barcellos

Publicado

em

 

Buscando sua afirmação no Campeonato Brasileiro, o Flamengo encara o Vasco neste sábado. Diante do seu maior rival, o Rubro-Negro tenta reencontrar o seu melhor futebol para voltar a briga pelo título nacional. A distância para o líder Internacional é de 5 pontos e pode cair para apenas 2 em caso de tropeço do Colorado.

Fora da Libertadores, o Flamengo não terá a preocupação de poupar jogadores uma vez que não jogará no meio da próxima semana. Diante deste cenário, o técnico Maurício Barbieri deverá mandar a campo força máxima. Uma vitória é fundamental não só para as pretensões do Rubro-Negro na competição, mas também para o treinador se manter no cargo. Isso porque uma derrota frente ao maior rival pode acabar selando o seu destino no clube.

O zagueiro Réver foi o encarregado de falar com a imprensa antes da partida. Na coletiva, o jogador afirmou que o Flamengo não deve levar em conta o momento vivido pelo adversário e sim se preocupar em fazer a sua parte. “O momento do lado de lá pode não ser tão bom pelo resultado de ontem, mas não temos nada a ver com isso. Cada time tem a sua preocupação. Buscaremos a vitória a todo momento e agora não será diferente”, afirmou Réver.

Réver também evitou falar sobre favoritismo e lembrou que a partida pode ser um divisor de águas para ambas as equipes. “O clássico não tem favorito. É 50% para cada um, independentemente da situação. Clássico é um divisor de águas. Muitos já dizem que o Flamengo não vai brigar pelo título e as pessoas estão confusas quanto a isso. Temos que melhorar, evoluir, e vamos buscar a vitória para alcançar nosso objetivo”, explicou.

O jogador falou também sobre a seca de gols pela qual a equipe está passando na temporada. Principalmente dos centroavantes, que não marcam um gol desde o último dia 12 de agosto, na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro.

“Todo mundo está se cobrando muito por isso, principalmente os atacantes, que vivem de gols. Uma hora ou outra, isso vai por água abaixo. Não há fase ruim que dure para sempre. A cobrança maior é sua consigo mesmo. Esperamos que isso passe o mais rápido possível”, finalizou o zagueiro.

Foto: Gilvan de Souza


 

Mais lidas do mês