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Léo Costa analisa participação do Macaé Basquete no NBB e tira lições para o próximo ano

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Treinador ressalta força da equipe na reta final e também elogia o Bauru, adversário nos playoffs

Sérgio Barcellos

Uma temporada de altos e baixos. Assim pode ser resumida a participação do Macaé Basquete no NBB. Após um início conturbado a equipe reagiu na reta final da competição, emplacou uma série de vitórias e carimbou a sua vaga nos playoffs pela segunda vez na história. Caiu nas oitavas de final diante do forte time do Bauru por 3 a 0 na série melhor de cinco. Em contato com a reportagem, o técnico Léo Costa teceu uma análise sobre a participação da equipe no principal torneio do país na modalidade.

Após um início ruim, o Macaé Basquete se garantiu nos playoffs após engatar cinco vitórias em sete jogos na reta final da primeira fase. Nas oitavas, não resistiu ao poderio do Bauru, um dos favoritos ao título. “No geral foram três jogos muito disputados (nos playoffs). Entramos na série embalados pelas cinco vitórias nos últimos sete jogos e por muito pouco não vencemos a primeira partida no Juquinha. Mas o Bauru reagiu no momento certo e com três cestas da linha de três praticamente liquidou a partida com méritos”, explicou Léo Costa.

“Foi um cruzamento muito complicado para a nossa equipe. O Bauru foi montado para disputar o título. Era para eles terem ficado entre os quatro primeiros. Um time de muita qualidade, com jogadores rodados e de nível de Seleção Brasileira. Nos momentos decisivos eles tiveram mérito e tranquilidade para conseguir as vitórias”, analisou o treinador.

Léo analisou também a temporada como um todo. “Foi uma temporada de muita superação. Tivemos um ano com uma situação financeira e administrativa delicada e de muita dificuldade. Segundo levantamento da própria Liga Nacional de Basquete (LNB) fomos disparada a equipe com o menor orçamento da competição e ainda assim fomos competitivos. Conseguimos fechar algumas parcerias importantes, com empresários que viram uma boa oportunidade de investir e valorizar suas marcas. Montamos o elenco no decorrer da competição, precisamos trocar alguns jogadores, mas o saldo foi bastante positivo”, avaliou.

A participação no NBB também rendeu lições a equipe. “A 1ª lição que fica é a força do Macaé Basquete. Vimos pessoas envolvidas com o projeto e se doando para mantê-lo vivo. Conseguimos superar um momento difícil na competição no início quando os resultados não apareciam. A 2ª é que precisamos evoluir como organização. Precisamos montar o elenco na pré-temporada e já iniciar o Estadual com o time pronto. A sensação que tivemos esse ano é que estávamos concertando o avião em pleno voo, com jogadores entrando no decorrer da competição. Temos que manter uma base de jogadores para o próximo ano. Trabalhar para isso acontecer”, encerrou o comandante do Macaé Basquete.

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