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Jorge Jesus comenta eliminação do Flamengo na Copa do Brasil

Sérgio Barcellos

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Após a surpreendente eliminação da Copa do Brasil, coube ao técnico Jorge Jesus tentar explicar o que aconteceu no Maracanã. O Rubro-Negro foi superior ao adversário na maior parte do jogo, mas acabou amargando o empate por 1 a 1 que levou a decisão da vaga para as penalidades máximas. Nas cobranças, o Fla teve desempenho pífio e acabou eliminado por 3 a 1.

“Não é fácil perder nas quartas de final, em uma decisão nas penalidades. Nos 90 minutos, o Flamengo foi melhor, uma equipe que teve mais oportunidades de gol. Verdade que a lesão do Arrascaeta, que estava em esplêndida forma, tem influência na equipe. Seria um dos batedores. A equipe fez um jogo bom. Encontrou um adversário agressivo, que na primeira parte parou o jogo com muitas faltas táticas que o árbitro consentiu. O Flamengo esteve mais perto da vitória. Nas penalidades, tem um pouco de sorte e um pouco de azar, e mérito. Nesse capítulo, dos que tínhamos trabalhado, três não estavam (Bruno Henrique, Arrascaeta e Rafinha). Tivemos que fazer algumas alterações. Não foi bom. Não é dizer que estamos satisfeitos com o jogo, mas a equipe fez um jogo competitivo”, afirmou o treinador.

O treinador também falou sobre a frustração pela eliminação no Maracanã, diante de sua torcida. “Quando você está em um grande clube, como o Flamengo, onde os objetivos são sempre troféus, tem que estar preparado para ganhar tudo e quando as coisas não correm bem. Não perdemos durante o jogo, perdemos nos pênaltis. Conta? Claro que conta, mas temos a sensação de que demos tudo, que os jogadores correram muito. Fizemos o controle do GPS e há jogadores que correram 12 km e isso mostra como abordamos o jogo. O Athlético foi melhor nos pênaltis e isso dói mais”, disse o treinador.

Passado o jogo contra o Athlético, o Flamengo agora volta a pensar no duelo contra o Corinthians, domingo (21) na Arena Corinthians. O treinador deverá promover alterações na equipe pensando no desgaste dos jogadores.

“Vamos mudar três, quatro jogadores que demonstrarem maior indicação de fadiga. O Arrascaeta foi um jogador que estava no limite do risco e quis assumir o risco sabendo que ele não jogaria o jogo todo. Jogar de três em três dias é isso”, encerrou Jorge Jesus.

Foto: Alexandre Vidal

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