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Fluminense se une para enfrentar a crise imposta pelo coronavírus

Sérgio Barcellos

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Em meio a pandemia do coronavírus, o Fluminense se uniu ainda mais para driblar a crise. Na última semana, diretores, gerentes e prestadores de serviço do Tricolor concordaram em reduzir 15% de seus vencimentos para ajudar no pagamento dos funcionários que menos recebem no clube. Nesta semana, o movimento ganhou também a adesão da comissão técnica.

A comissão técnica do Fluminense entrou na corrente positiva do clube e irá doar cestas básicas aos empregados do CT Carlos Castilho, que está fechado desde o dia 16 de março. A doação terá como destino os funcionários mais prejudicados com a paralisação de suas atividades em virtude da disseminação do vírus.

Não é a primeira vez que o Fluminense se une para enfrentar uma crise financeira. Em outros episódios, jogadores já concordaram em abrir mão de parte de seus vencimentos para prestar um auxílio aos mais prejudicados. O Tricolor das Laranjeiras deve atualmente os salários de fevereiro. O de março irá vencer no quinto dia útil de abril. Vale lembrar que quem recebe como pessoa jurídica no clube ainda precisa receber 20% do mês de janeiro.

Equacionar as dívidas do clube e manter as contas em dia tem sido uma das missões do presidente Mário Bittencourt. Desde que assumiu o cargo em junho do ano passado, o mandatário ganhou como herança da gestão passada dois meses e meio de salários atrasados. Desde então ele vem buscando alternativas e parceiros para quitar os débitos. Uma das soluções encontradas foi parcelar os salários neste início de ano. No entanto, com o surto do coronavírus, a tendência é que a situação financeira fica ainda mais prejudicada por conta da paralisação no futebol.

Foto: Mailson Santana

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