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Campeonato Carioca pode ser levado para outro estado

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A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) vem buscando desde o início do mês alternativas para a retomada do Campeonato Carioca. Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro fez uma sugestão que pode acabar se tornando a solução para a volta da competição. O presidente sugeriu que as partidas fossem realizadas no Distrito Federal. A ideia agradou e a possibilidade está sendo avaliada pelas autoridades responsáveis.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha confirmou ao jornal O Globo que está negociando a possibilidade com os clubes e a federação. A princípio, o Estádio Mané Garrincha, foi colocado a disposição da Ferj. No Rio, a entidade trabalha com a possibilidade de encerrar o Carioca em maio caso as autoridades municipais e estaduais ampliem o período de isolamento social por conta do coronavírus.

Brasília foi apontada como alternativa porque reabriu parcialmente o comércio nos últimos dias. Cabe lembrar que a transferência de jogos do Rio para o Distrito Federal só aconteceria caso o governador Wilson Witzel não liberasse a utilização do Maracanã. Os clubes estão aguardando um novo decreto também do prefeito Marcelo Crivella para saberem quais serão os próximos passos daqui para a frente. O decreto de Crivella pode sair nesta quinta-feira (30).

Existe também a possibilidade do Ministério da Saúde soltar uma portaria nos próximos dias liberando a disputa de jogos de futebol no país, desde que sejam obedecidos os protocolos de segurança e saúde.

O Flamengo vem liderando as conversas com a Ferj para a volta do Campeonato Carioca. O Vasco também é favorável, assim como os clubes de menor investimento. No entanto, Botafogo e Fluminense apresentam resistência.

A logística pode ser um problema para a Ferj caso a entidade opte por realizar jogos em Brasília. Isso porque a transferência obrigaria a realização de viagens de avião e a maioria dos aeroportos estão fechados por conta da pandemia. A CBF autorizou o retorno aos treinos em maio, preferencialmente na segunda quinzena, mas cada clube terá que se adequar à situação de sua cidade. Caso haja acordo entre uma federação e uma cidade, a CBF não interfere.

Foto: reprodução

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