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Programa Analfabetismo Zero é lançado na inauguração da nova escola nas Malvinas, em Macaé

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Proposta é seguir o Plano Nacional de Educação e zerar o índice de analfabetismo na cidade, que chega a 4%, número abaixo da média nacional, que é de 9%.

Durante solenidade de inauguração da Escola Municipal Zélia de Souza Aguiar, na comunidade Malvinas, em Macaé, com a presença do prefeito Dr. Aluizio, foi lançado o Programa Analfabetismo Zero para 2018. A proposta é seguir o Plano Nacional de Educação e zerar o índice de analfabetismo na cidade que, segundo registros, chega a 4%, número abaixo da média nacional, que é de 9%.

A nova escola vai atender cerca de 200 alunos na faixa de dois e três anos

A solenidade de inauguração foi aberta pela banda da Secretaria de Educação, e contou com representantes da pasta, gestores, profissionais de ensino, familiares da professora Zélia de Souza Aguiar, convidados e os vereadores Valdemir da Silva (Val Barbeiro) e Márcio Bittencourt.

A programação contou com palavras dos pastores Valber Rangel, Paulo de Tarso e do padre Glaison Lima Silva. Na ocasião, o prefeito de Macaé , Dr. Aluizio, agradeceu o apoio de todos e destacou a importância de mais um espaço escolar.

“Nossas crianças e familiares precisam de espaços como este nas Malvinas e no Estádio Moacyrzão, inaugurado ontem. Além de contribuir com a formação da cidadania, reduziremos o déficit educacional para que sejam criadas novas oportunidades para os alunos e para que haja crescimento entre as famílias. É do simples que o grande se constrói. Mesmo diante de desafios, precisamos enfrentar as dificuldades com sabedoria e serenidade”, destacou o prefeito.

Já o secretário de Educação, Guto Garcia, agradeceu a presença de todos e elogiou as superintendentes administrativas pela condução dos trabalhos em 2017. "A ideia do prefeito em agregar em uma escola, um espaço esportivo, cultural e educacional, é de suma importância. Agradeço a parceria das secretarias de Cultura, Esportes e Adjunta de Patrimônio, a equipe da Superintendência de Educação Infantil, Educação Básica e Administrativa, respectivamente com Mariana Duarte, Leila Clemente e Ana Paula Aguiar", frisou.

Turmas para alfabetização

Sobre o Programa Analfabetismo Zero, o secretário de Educação disse que em 2018 todas as escolas terão turmas para alfabetização e haverá parcerias com as igrejas e com o Estratégia Saúde da Família (PSF). "Tenho uma reunião com a equipe do ESF para que possamos juntos identificar os analfabetos em Macaé. Muitos têm vergonha de se assumir analfabeto, precisamos localizar e trazer essas pessoas para serem alfabetizadas", pontuou.

O secretário acrescentou a proposta de universalizar o atendimento aos alunos acima de dois anos. "Com a inauguração da Escola Municipal Zélia de Souza Aguiar, a rede vai atender à demanda de cerca de 700 alunos nas Malvinas. A nova escola vai assistir cerca de 200 alunos na faixa de dois e três anos. Já a unidade Wanderley Quintino Teixeira atinge alunos de dois a cinco anos. Por ter três andares, a Escola Professor José Bruno de Azevedo conta com estudantes na faixa de quatro e cinco anos", detalhou.

Homenagem marca inauguração

A inauguração foi marcada por homenagens aos familiares da professora que dá nome à escola e futuros gestores. Entre eles estavam Hingrid de Aguiar Silva (neta), Ana Paula Aguiar (sobrinha) e Ilton José Drumond de Aguiar (neto). "Estamos felizes com a homenagem à minha avó, que foi uma educadora que se dedicou muito à região serrana", comentou Hingrid.

Também homenageadas, as diretoras Josenilda Laurindo (geral) e  Alessandra Martins (adjunta) agradeceram pela confiança e parceria. A aposentada Ilza Nunes e a dona de casa Renata Viana ressaltaram que a escola vai facilitar o dia a dia das mães das Malvinas. "Temos muitos parentes que vão procurar vaga nesta escola, pois é perto de casa", comemoraram.

Zélia de Souza - A nova escola recebe o nome de Zélia de Souza Aguiar em homenagem a uma professora que foi pioneira na educação rural, na serra de Macaé, no distrito de Areia Branca. A educadora lecionou por 52 anos na região serrana. Pela área não contar com escola na época, ela passou a dar aulas em casa. O marido de Zélia, então doou um terreno para a construção da escola pela Prefeitura de Macaé. O comprometimento da professora com a educação é sempre lembrado pela população, em especial os moradores da Serra.

Da redação

Crédito: Ana Chaffin

 

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