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Presidente da Petrobras nega demissões, mas fala em vender refinarias

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Já em seu segundo dia a frente da petroleira, Castello Branco enfrenta várias demissões

 

 

 

Roberto Castello Branco disse que não é aceitável uma empresa detenha 98 % da capacidade de refino no país e defendeu que a Petrobrás precisa avaliar a  venda de algumas refinarias. Assegurou também que não é a favor da privatização da empresa ou demissões.  Confirmou que o foco da empresa será em Exploração e Produção em águas profundas e ultraprofundas, mas que poderia fazer mudanças no plano de negócios da companhia.

Quanto as mudanças nas diretorias da empresa, ele nega que haverá demissões  de funcionários, mas já foram registradas mudanças. Solange Guedes deixou o comando da área de exploração e produção, cargo que ocupava desde a Era Graça Foster. Em seu lugar fica Carlos Alberto Pereira de Oliveira.

Quando ao endividamento da empresa, Castello não afata a possibilidade de mudanças no plano de negócios da companhia para reduzir os índices negativos, que para ele ainda estão altos.  Ele se baseia nos dados deixados já que ao sair da empresa o ex-presidente da companhia, Ivan Monteiro, deixou previsto no plano de negócios desinvestimentos de 26,9 bilhões de dólares, sob o argumento de que o objetivo de readequar o portfólio e reduzir a sua enorme dívida, que a Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET – sempre contestou o volume.

Venda de refinarias

 

Castello Branco defende a venda das refinarias. Para ele o dinheiro arrecadado nas vendas poderia financiar o desenvolvimento do pré-sal. E por fim assegurou que não gostaria de transmitir o controle da Petrobras para uma empresa privada, mas deixou claro que poderiam acontecer eventuais vendas de ativos, que ele considera desinvestimentos.

Tânia Garabini

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