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Ministro apresenta para os empresários da Firjan as prioridades do novo governo

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Reforma da previdência, do estado, abertura da economia e aceleração das privatizações

 

Para a retomada do crescimento, o governo de Bolsonaro investirá na economia fazendo a reforma da previdência, do Estado, abertura da economia, aceleração das privatizações e novo Pacto Federativo. Todo isso foi detalhado pelo futuro ministro Paulo Guedes aos empresários na sede da Firjan. Na oportunidade, Witzel também disse que trabalhará pela redução da carga tributária do estado do Rio.

Anunciou que fará corte linear de 30% dos gastos em todas as pastas do governo. Ele Ele disse que está montando uma “força-tarefa para os próximos seis meses”, para trabalhar no planejamento tributário do Rio, de modo a reduzir impostos como o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (FECP). O futuro governador contou ainda estar em conversas com os futuros governos do Sudeste, a fim de viabilizar as Estradas de Ferro Rio-Vitória (EF-118) e Rio-São Paulo. Já Crivella sondou Guedes sobre uma possível transferência do Porto do Rio para o município. Guedes deixou a questão em aberto.

“O problema do Brasil sempre foi fiscal, mas só agora nós despertamos para isso. O foco não pode ser no Copom e sim na execução do orçamento público”, declarou o futuro ministro. Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, reforçou a ideia de que o país só poderá retomar o caminho do crescimento e do pleno emprego com a adoção de medidas inadiáveis, como as citadas por Guedes. Segundo ele, o futuro ministro identifica com lucidez os obstáculos à produção e assumirá como prioridade o resgate da competitividade.

Reforma da Previdência

 

Sobre a Previdência, Guedes voltou a defender a transição para um sistema de capitalização. Com relação à reforma do Estado, ele sugeriu uma descentralização das verbas orçamentárias da União para estados e municípios, dando fim às idas de “governador a Brasília pedir recursos. Acabou o toma lá, dá cá”, pontuou.

O futuro ministro criticou ainda a indexação generalizada da economia e a elevada carga tributária do país, associada a um Estado gordo, que precisa ser reduzido. “Nos últimos 30 anos, os gastos públicos subiram ininterruptamente”, afirmou preocupado. Ele destacou que um grande problema do país é o gasto público sem controle. Defendeu também um futuro com menos encargos trabalhistas.

Sistema S

O futuro ministro também afirmou que haverá redução de recursos para o Sistema S. Em nota, a Firjan ponderou: “Os comentários do ministro sobre o Sistema S precisam ser encarados como parte deste desafio, em especial de uma discussão mais ampla sobre o papel das entidades de representação empresarial num cenário de necessidade de redução de custos e resgate da competitividade do país.

 

Menos carga tributária no Rio

Witzel também disse que trabalhará pela redução da carga tributária do estado do Rio. Anunciou que fará corte linear de 30% dos gastos em todas as pastas do governo. E está montando uma “força-tarefa para os próximos seis meses”, para trabalhar no planejamento tributário do Rio, de modo a reduzir impostos como o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (FECP). O futuro governador contou ainda estar em conversas com os futuros governos do Sudeste, a fim de viabilizar as Estradas de Ferro Rio-Vitória (EF-118) e Rio-São Paulo. Já Crivella sondou Guedes sobre uma possível transferência do Porto do Rio para o município. Guedes deixou a questão em aberto.

Tânia Garabini

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