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Macaé chega a 17 meses consecutivos com saldo positivo na geração de empregos

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Macaé continua em ritmo de retomada econômica, pelo menos, no que diz respeito à geração e recuperação de empregos, conforme dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do governo federal.

Depois de encerrar 2021 como a 2ª cidade com maior geração de empregos do Estado do Rio, atrás apenas da capital fluminense, Macaé iniciou 2022 com nova alta de empregos, alcançando o 4º lugar no ranking estadual em janeiro.

Com saldo positivo de 365 vagas abertas no 1º mês do ano, Macaé chegou ao 17º mês consecutivo de alta de vagas de trabalho geradas com carteira assinada, conforme levantamento da Firjan em sua plataforma Retratos Regionais, que destaca a participação do setor Indústria e Construção como o principal responsável pelo aumento das contratações na cidade.

“Apesar de janeiro ser um mês tradicionalmente de baixa nas contratações, devido também aos encerramentos de contratos, esses dados sinalizam que a retomada já é uma realidade. E a diversidade de segmentos industriais responsáveis por este aumento é outro sinal positivo para a economia da região”, avaliou o presidente da Firjan Norte Fluminense (Firjan NF), Francisco Roberto de Siqueira.

Segundo a Firjan, a última vez que Macaé registrou saldo negativo de empregos foi em agosto de 2020, ainda no auge da pandemia do coronavírus, lembrando que o 1º caso confirmado do vírus na cidade foi registrado em 27 de março de 2020.

“De lá para cá, já são 17 meses consecutivos de alta puxada pela Indústria e Construção – responsável por 63% de toda empregabilidade do município no ano passado. E este grande setor puxou, novamente, o aumento no 1º mês deste ano (+301 novos empregos). Em seguida, vem Serviços (+39) e Comércio (+22). Por grandes segmentos, os destaques de janeiro são Indústrias Extrativas (+161) e Manutenção, Reparação e Instalação de Máquinas e Equipamentos (+139). Já entre as atividades estão as de Apoio à Extração de Petróleo e Gás Natural (+166) e Manutenção e Reparação de Máquinas e Equipamentos da Indústria Mecânica (+138)”, explicou a Firjan.

Com 4.015 novos empregos formais em todo o Estado do Rio, a Construção Civil registrou o maior saldo mensal de contratações da série histórica do novo CAGED, iniciada em 2020, tornando o Rio o 2º Estado do país que mais abriu novas vagas no setor em janeiro deste ano, em contrapartida ao setor de Comércio, Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios, responsável pela perda de 3.342 vagas, principal influência para o saldo negativo no mês.

“Historicamente o mês de janeiro gera menos contratações e, por conta da sazonalidade do fim de ano, mais demissões. Ainda assim, o início do ano surpreendeu positivamente com o espalhamento da Construção Civil por mais da metade dos municípios fluminenses. O dinamismo do setor está em linha com o que a federação defende em seu programa Rio Canteiro de Obras, com 22 ações em diversas regiões do Estado”, ponderou o presidente do Conselho Empresarial de Economia da Firjan, Rodrigo Santiago.

Ainda de acordo com a Firjan, entre os municípios do Estado, o desempenho não foi homogêneo, com 40 dos 92 municípios apresentando saldo positivo em janeiro, com destaque para o Rio de Janeiro (+3.500), Araruama (+1.000) e Arraial do Cabo (+376), além de Macaé (+365).

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