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Gasolina cai 27% desde setembro, mas repasse da queda não chega às bombas de Macaé

Bertha Muniz

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A Petrobras anunciou na semana passada uma nova redução no preço do litro da gasolina vendida nas refinarias. O valor caiu de R$ 1,66 para R$ 1,60, representando uma queda de 3,44%. Este é sétimo corte consecutivo no preço do combustível, que já acumula uma diminuição de 27,37% nos últimos 30 dias. Enquanto isso, nas bombas de Macaé, não houve repasse desta queda para o consumidor, segundo uma pesquisa feita pela nossa equipe de reportagem.

Nos postos de combustíveis de Macaé, o que vimos foi a gasolina mais cara do estado, sempre acima dos R$ 5 por litro. Apenas um posto de combustível, localizado no Mirante da Lagoa, parece ter repassado o reajuste da queda às bombas.  Lá, ao litro da gasolina está sendo vendido a R$ 4,89. Nos outros postos, o valor mais baixo cobrado pelo litro da gasolina foi R$ 5,080, e o mais alto R$ 5,25.

De acordo com a Petrobras, a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, e as revisões feitas pela estatal podem ou não se refletir no valor final que é apresentado ao consumidor. Além do preço nas refinarias, incorporam sob o valor final da gasolina repasses para distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis e tributos (ICMS, Cide, PIS/PASEP e Confins). Nos últimos cinco meses, o preço médio da gasolina praticado pelas distribuidoras no estado do Rio aumentou 26,88%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
E em Macaé, nos últimos cinco meses a gasolina aumentou 26,29%, de acordo com a ANP.


 

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