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Gás de cozinha fica 12,2% mais caro a partir de hoje (6)

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Petrobras estima que o preço do botijão pode ser reajustado, em média, cerca de R$ 2,44 por unidade, se reajuste for integralmente repassado ao consumidor

 

Bertha Muniz

 

A Petrobras anunciou ontem (5), o aumento de 12,2% em média sobre o preço do botijão de gás de até 13 kg nas distribuidoras a partir desta quarta-feira (6). A elevação no gás de cozinha considerou o cenário externo de estoques baixos, além dos reflexos de eventos climáticos, como o furacão Harvey, na maior região exportadora mundial do produto, que é a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos, cujos terminais permanecem fora de operação, o que afeta o mercado internacional.

Com a menor disponibilidade de gás, os mercados consumidores, inclusive o brasileiro, sofreram aumento de preço na maior região exportadora mundial de gás liquefeito de petróleo, nos Estados Unidos. A estatal afirmou, no entanto, que o reajuste aplicado não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional.

A Petrobras destacou que o reajuste previsto foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a empresa informa que “o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,2% ou cerca de R$ 2,44 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”.  Em relação ao GLP Industrial (para embalagens acima de 13 quilos), o reajuste irá oscilar entre 2,4% a 2,6%, dependendo do polo de suprimento, estima a entidade.

 

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que o reajuste oscilará entre 11,3% e 13,2%, de acordo com o polo de suprimento, no caso do gás de cozinha. "A correção aplicada não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional, com isso, o Sindigás calcula que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos ficará 16,56% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento", informou.


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