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Aeroporto de Macaé tem potencial de receita comercial de R$ 1,6 milhão ano 

Bertha Muniz

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Equipamentos modernos de navegação aérea e espaço para expansão reforçam proposta de concessão.

Dados levantados pelo governo municipal junto a Infraero reforçam a proposta de concessão do Aeroporto de Macaé, através do modelo elaborado pela Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC), que integra também o Aeroporto de Vitória, no Espírito Santo. E o principal atrativo da base local é um potencial de geração de R$ 1,6 milhão em receitas comerciais, por ano.

Esse cálculo está relacionado as áreas para exploração comercial que integram o novo terminal de passageiros. O prédio, com capacidade de receber 709 mil passageiros, já está pronto e deverá ser inaugurado pela empresa que assumir a concessão do Aeroporto.

Além disso, a base macaense conta com um sistema novo e moderno de navegação aérea, que facilita e garante total segurança para as operações dos voos offshore, que atendem a Bacia de Campos, assim como para os voos comerciais, que serão retomados no próximo ano, após a conclusão das obras de reforma da pista da base.

“O Aeroporto possui atrativos que confirmam a proposta do governo federal de incluir, no mesmo pacote, a base macaense e o Aeroporto de Vitória. Com potencial de receitas comerciais e na taxação de operações aéreas, a concessão do Aeroporto de Macaé é sim um grande negócio”, afirmou o consultor do gabinete do prefeito Dr. Aluízio, Hélio Batista dos Santos Filho.

Atualmente, a ANAC elabora a proposta de concessão dos Aeroporto de Macaé e de Vitória no chamado “bloco sudeste”. O projeto deve ser concluído até setembro deste ano.

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