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Teatro Sesi Macaé recebe cantor Otto dia 21 de junho

Daniela Bairros

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O artista pernambucano apresenta o show “Ottomatopeia”, com canções inéditas sobre humanidade, tempos difíceis, amor e vida.

Daniela Bairros

O Teatro Sesi Macaé recebe no próximo dia 21 (quinta-feira) o cantor Pernambuco Otto. O cantor e compositor apresentará no palco canções inéditas e autorais, que tratam com profundidade de temas como: humanidade, tempos sociais difíceis, amor e vida. O álbum “Ottomatopeia”, de 2017, é considerado pelo artista o mais completo que já lançou até hoje.

São 11 músicas com inspirações diversas, que atravessam continentes e épocas. O rock como sonoridade e comportamento, a África e a sua cultura ancestral, o romantismo alemão, o trabalho do fotógrafo japonês Araki Nobuyoshi, tortura política e o mundo contemporâneo são alguns dos elementos que permeiam o pensamento de Otto na criação conceitual.

Estas abordagens associadas aos cinco anos em que o álbum levou para ser finalizado atribuem amadurecimento ao trabalho, que foi produzido por Pupillo, membro da banda Nação Zumbi.

Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 34 (inteira) e R$ 17 (meia). O Teatro Sesi Macaé fica na Alameda Etelvino Gomes, 155, Riviera Fluminense. As vendas de ingressos são de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h45, na bilheteria do teatro.

Sobre o cantor e compositor Otto

Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira, ou simplesmente Otto, é um cantor, compositor e percussionista e produtor brasileiro. É considerado uma das figuras mais convincentes da nova geração de jovens músicos do Brasil.

Biografia

Ex-percussionista da primeira formação da Nação Zumbi e do Mundo Livre S/A (com quem gravou os dois primeiros discos), Otto saiu dos fundos dos palcos para trazer o ousado Samba pra Burro à tona.

Otto nasceu no município de Belo Jardim, no Agreste Pernambucano. Saiu de Pernambuco em 1989 para passar dois anos na França, tocando percussão nas ruas e no metrô de Paris. Na volta, aportou no Rio de Janeiro e chegou a animar o som de uma gafieira ao lado de Jovelina Pérola Negra. Do Rio de Janeiro, Otto rumou para o Recife, quando conheceu duas pontas de lança do movimento manguebeat: Chico Science e Fred Zero Quatro.

Nessas idas e vindas, absorvendo as correntes, nascia seu estilo. Sempre embalado pelo som de influências locais (não só do Recife como de todo o Brasil), começou a interessar-se pela música eletrônica. Resgatando ritmos brasileiros e fundindo-os ao som eletrônico, raiz e modernidade somaram-se em Samba pra Burro, numa dobradinha que acentuou-se quando mudou-se de Recife para São Paulo. Foi saudado pela imprensa como autor de um trabalho inventivo e estimulante, numa colagem de maracatu com drum'n'bass, forró com rap. Algumas melodias remetem às cantigas de roda. O disco foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como o melhor de 1998.

Bebel Gilberto, Fred Zero Quatro (do Mundo Livre S/A) e Erasto Vasconcelos (irmão de Naná Vasconcelos) participaram da estreia solo de Otto. O som de Otto já embalou uma festa dos integrantes do Oasis, em Londres. Poucos meses depois de cair no circuito, as músicas de Samba pra Burro também foram parar no som de lojas norte-americanas, como as dos estilistas Gianni Versace e Prada.

Em 1999, tocou ao lado de Tom Zé no Heineken Concerts, em São Paulo. Dois anos depois, Otto lançou seu segundo álbum, intitulado Condom Black, que apresentou um som "mais orgânico" sem deixar a eletrônica de lado. O novo trabalho também levou a assinatura de Apollo 09 na produção

Apresenta o programa Minha Vida É a Minha Cara ao lado da atriz Hermila Guedes, no canal por assinatura FashionTV Brasil. É integrante do Movimento Humanos Direitos.

Crédito: Divulgação

 


 

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