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Prevenção ao suicídio: voluntários do projeto Me Ajude a Viver fazem ações em Macaé nesta quinta-feira (10)

Daniela Bairros

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Daniela Bairros

Dia 10 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. E em mais uma campanha Setembro Amarelo, voluntários do projeto Me Ajude a Viver, de Macaé, realizam nesta quinta-feira (10) ações na região central da cidade.

O projeto Me Ajude a Viver – prevenção e pósvenção do suicídio – é um projeto de estudantes de psicologia, apoiado pela Universidade Estácio de Sá para trazer à toda população, acesso a terapia social, servindo como ponte, o projeto faz a intermediação do paciente ao psicólogo voluntário, além de oferecer ações abertas ao público para acolhimento de forma educacional.

Com o tema “A importância da rede de apoio na clínica terapêutica”, os voluntários Jeniffer Thais da Conceição Borges, Béttany Carvalho Pereira, Lucas Clem Grijó Carvalho e Eshley Silva Brazil Ribeiro estarão nas ruas da cidade como forma de conscientização ao dia 10 de setembro. O objetivo será orientar e alertar a população sobre a importância do acompanhamento psicológico, ao indivíduo em sofrimento psíquico.

Segundo a estudante de psicologia e fundadora do projeto Me Ajude a Viver, Béttany Carvalho,  em situações onde o sujeito perceba que não está bem, é necessário buscar a psicoterapia, pois ela oferece o suporte adequado a quem enfrenta problemas e precisa de ajuda. Em situações como potenciais suicidas,  o profissional, o psicólogo, irá ajudar o paciente a compreender e organizar melhor os próprios pensamentos, criando procedimento para superar os momentos de dor e procurar comportamentos mais saudáveis e assertivos.

A fundadora do projeto Me Ajude a Viver explicou ainda que o objetivo da ação desta quinta-feira (10) é levar à população de forma clara e educacional, por meio  de uma ‘’encenação’’,  a função da rede de apoio.  “Queremos mostrar através da nossa ação, que a rede de apoio do paciente, pode ser composta por qualquer pessoa na qual ele se sinta querido, escutado, ouvido e acolhido, por exemplo, familiares, vizinhos, namorados, colega de trabalho , quaisquer indivíduos que fazem parte do cotidiano e convívio do paciente. São eles que compõem essa rede de apoio. Para que o trabalho na clínica com o paciente seja continuado fora. É uma das etapas mais importantes do processo terapêutico. Oferecer amparo ao paciente, que nesse momento, está se sentindo sozinho e precisará naquele momento importante da vida, da rede de apoio para ter forças e encarar o dia a dia do tratamento”, explicou Béttany.

Crédito: Divulgação

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