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Em Macaé, Conselho de Cultura cria petição online e pede apoio aos planos de ações emergenciais à categoria devido a crise da Covid-19

Daniela Bairros

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Daniela Bairros

 

O Conselho Municipal de Cultura de Macaé criou uma petição online para reforçar a importância do apoio da sociedade aos Planos Emergenciais em prol da categoria, que está sem trabalhar na cidade desde o início da pandemia do novo coronavírus. A petição online pode ser assinada pelo link: http://abre.ai/bh3u

Desde o início da quarentena, que provocou o fechamentos de vários estabelecimentos na cidade em que muitos artistas se apresentavam, além de pontos culturais, o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Macaé (CMPCM) vem realizando um mapeamento, denominado Mapa da Cultura, que registra que cerca de 80% dos artistas cadastrados não estão recebendo nenhum tipo de auxílio do governo federal, estadual ou do município. Além disso, cerca de 50% dos trabalhadores que responderam a pesquisa estão atualmente com a renda familiar zerada, visto que estão impossibilitados exercer suas atividades.

Esses dados mostram a vulnerabilidade atual dos artistas, produtores culturais e todos os envolvidos no meio artístico. Por isso, o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Macaé, criou no último dia 1 de julho,  uma petição online desenvolvida a partir desse formulário, que gerou o Mapa da Cultura, e também ajudou a formar propostas para auxiliar nesse enfrentamento. Essa iniciativa faz parte da campanha Cultura Macaense Viva.

Esse Plano de Ações Emergenciais elaborado pelo CMPCM foi enviado de forma oficial através à Secretaria Municipal de Cultura e à Prefeitura Municipal (ofícios nº 003/2020 de 16 de abril de 2020 e 004/2020 de 24 de abril de 2020).

As propostas também apresentadas à população em audiência pública da Câmara dos Vereadores, em 28 de maio e na I Webconferência de Cultura de Macaé, promovida pelo CMPCM, ambas disponibilizadas, na íntegra, no Youtube. Na webconferência também foi proposto que a SMC criasse um comitê gestor paritário com a sociedade civil para trabalhar na implementação da lei Aldir Blanc, que deverá contemplar Macaé com R$ 1,6 milhão.

Crédito: Divulgação

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