Mídias Sociais

Cidades

Seca provoca incêndio em vegetação em Arraial do Cabo

Publicado

em

 

Falta de chuva torna época do ano propícia para queimadas na região

 

 

 

Uma área de aproximadamente 70 metros de mata nativa na Prainha, em Arraial do Cabo ficou completamente destruída pelas chamas do incêndio que tomou conta do local. As chamas e a fumaça começaram no começo da tarde e chamaram a atenção dos banhistas que estavam na praia. Agentes da Guarda Marítima e Ambiental de Arraial do Cabo. Acredita-se que as chamas são resultados da vegetação seca, devido a forte estiagem que atinge toda a Região dos Lagos e também guimbas de cigarro acesso jogadas fora.

Quatro agentes da Guarda, que usaram abafadores e bolsas costais, onde levavam água conseguiram debelar as chamas. De acordo com o coordenador-geral da Guarda, Mauro César Gonçalves, o ar seco e a falta de chuvas tornam o período propício para as queimadas. Ele alertou ainda para o hábito de jogar guimbas de cigarro na vegetação. “Muitos desses incêndios acontecem por causa dessas guimbas de cigarro que são jogadas. Com esse clima seco, fica mais propício a acontecerem esses incêndios. É preciso conscientizar ambientalmente a população para evitar esse tipo de situação” alerta Mauro César.

Segunda-feira (14) dois incêndios em vegetação já haviam mobilizado bombeiros do 18º GBM, guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e agentes da Coordenadoria Geral de Meio Ambiente. Na Praia das Duas, na altura do Braga, foram necessárias três horas para controlar as chamas, que também teriam sido provocadas por uma guimba de cigarro.

Já na Estrada do Guriri, 6.300 metros quadrados de vegetação foram destruídos próximo a um condomínio, que quase teve algumas de suas casas atingidas pelas labaredas. Por precaução, alguns moradores chegaram a sair das residências. Na semana passada, Bombeiros tiveram trabalho para controlar um incêndio atrás de um posto de gasolina que fica na rodovia RJ-140, em São Pedro da Aldeia. Foram usados seis mil litros da água para acabar com as chamas que consumiram 2.400 metros quadrados de área verde. Nesse caso, a suspeita é que o incêndio tenha sido provocado propositalmente.

Tânia Garabini


 

Mais lidas do mês