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Participação ativa de PCDs durante o Dia D Conscientização sobre a Acessibilidade no Comércio revelou o anseio de transformar Macaé numa cidade mais inclusiva

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Da redação

Até São Pedro colaborou para que o Dia D Conscientização sobre a Acessibilidade no Comércio de Macaé fosse realizado com sucesso. A chuva prevista para a manhã desse sábado deu uma trégua, dando espaço para o sol abrilhantar ainda mais o evento, que teve como objetivo sensibilizar a sociedade sobre a aceitação das diferenças e promover a inclusão social no comércio local.

O movimento aconteceu no centro da cidade, no Calçadão da Avenida Rui Barbosa. O local foi envolvido por pessoas enérgicas que emanam o bem e lutam pela inclusão social de pessoas com deficiência.
Na oportunidade, instituições ligadas à causa fizeram apresentações, encantando o público que ficou admirado ao ver pessoas com deficiências praticando jiu jitsu; cadeirante dançando; e surdos e neurotípicos se comunicando.

Os olhos estavam atentos a cada apresentação, tanto aqueles que passavam por ali quanto os moradores dos prédios ao em torno que acompanharam tudo pela janela dos apartamentos.
A assessora de imprensa e organizadora do evento, Monalisa Fagundes conduziu o evento, começando pelas homenagens. O idealizador do projeto Comércio Acessível, o consultor de projetos esportivos e de inclusão social, Marcio Henriques recebeu das mãos da assessora um display com o logo do seu próprio projeto. Na sequência, todas as instituições presentes também receberam um troféu de participação.

O grupo MOPAM – Motivados pelo Autismo Macaé - aproveitou a ocasião para ratificar à sociedade de que existem deficiências que não possuem características físicas, como é o caso do autismo. E teve o apoio do Jardim do Afeto que contou uma linda história para ajudar as crianças e adultos a lutarem contra o preconceito.
A AMADA – Associação Macaense de Apoio ao Deficiente Auditivo – através da professora de Libras, Isabel Cristina da Torre Fernandes (deficiente auditivo) e da intérprete, Maxwellem Guijarro Santos, apresentou uma miniaula de Libras, ensinando para o público trato simples do cotidiano, como: “bom dia”; “boa tarde”; “seja bem-vindo”; “quanto custa”; etc.

A AMAC – Associação Macaense de Apoio aos Cegos distribuiu cartões com o nome do participante em braille, escritos por dois deficientes visuais, que utilizaram a máquina perkins.
O Projeto Lutando pelo Bem surpreendeu a todos ao ver seus alunos PCDs praticando jiu jitsu, com muita desenvoltura.
O Núcleo de Dança Portadores da Alegria fez uma belíssima apresentação de dança, no estilo hip hop, através dos dançarinos Luiz Kamau e Renato Azevedo, cadeirante.

Encerrando o Dia D com chave-de-ouro, Fornalha e Margarida, da Cia Chirulico, levou muita alegria e diversão aos presentes.
O evento foi idealizado pelo consultor de projetos esportivos e de inclusão social Marcio Henrique, organizado pela assessora de imprensa Monalisa Fagundes, co-organizado pela ACIM; com o apoio da Prefeitura Municipal, Ô Zé Gastronomia, Laboratório Bionálise, Ricardo Cardoso Express, Qualificada, OAB RJ, Sincomacae, CDL, Mil Artes, Mania de Bicho e pelo grupo Comércio Forte.

Crédito: Divulgação

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