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Hospital da Serra de Macaé passa a realizar cirurgia bariátrica

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O Hospital Municipal da Serra de Macaé (HPMs) começou a realizar cirurgia bariátrica nesta quinta-feira (5). O procedimento, que é feito para controle de obesidade por videolaparoscopia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foi feito pela primeira vez na unidade.

Conforme o prefeito Welberth Rezende, durante a cirurgia, foram utilizados os melhores e mais modernos equipamentos do mercado, dando suporte ao Programa de Obesidade da Coordenadoria da Área Técnica de Alimentação e Nutrição (Catan), da Prefeitura de Macaé, e ao SUS.

O procedimento foi realizado por uma equipe do HPMs composta pelos médicos: Dr. Marcio Barcelos, Dr. Lucas Brandão, Dr. João Prata, Dr. Julio Máximo e Carla Corga.

"Uma das prioridades do nosso governo é investir na atenção básica. Não podemos deixar de tratar problemas crônicos, como por exemplo a obesidade mórbida, porque estamos na pandemia. Nossa meta é ampliar nossa rede de assistência para atender cada vez melhor a população" destacou o prefeito Welberth Rezende.

O paciente que vai para a cirurgia tem obesidade mais grave: trata-se de doença. No entanto, há para esse público outras patologias associadas a obesidade, como pressão alta, diabetes, gordura no fígado, problemas ortopédicos graves (como a não locomoção), além de taxas elevadas de colesterol e outros.

Obesidade mórbida

A obesidade mórbida é um grave problema de saúde, causado por ingestão excessiva de calorias, falta de atividade física e os fatores genéticos. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) atualmente, 60% dos habitantes somados da América Latina e Caribe têm sobrepeso.

Doenças associadas

Diversos problemas de saúde estão relacionados à obesidade como hipertensão arterial, diabetes, patologias osteoarticulares, pneumopatias, apneia do sono, impotência sexual, eventos tromboembolicos, esteatose hepática, dislipidemia, dentre outros.

Obesidade e Covid-19

As mortes por Covid-19 relacionadas a doenças associadas à obesidade, como o diabetes, hipertensão e cardiopatias, representam 63% dos óbitos

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