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Habitação: Condomínio Bosque Azul em Macaé recebe novos moradores pelo Programa Minha Casa, Minha Vida

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O projeto, que é uma parceria entre a prefeitura e o governo federal, já beneficiou 1.040 famílias

 

Os primeiros moradores da segunda fase do Condomínio Residencial Bosque Azul, do Programa Minha Casa, Minha Vida, iniciaram nesta segunda-feira (29) a mudança para o novo endereço. O projeto, que é uma parceria entre a prefeitura e o governo federal, já beneficiou 1.040 famílias.

Amelinha Ferreira Cândido não conteve a emoção ao receber as chaves do seu apartamento. "Não vou mais pagar aluguel e terei um lar digno para criar o meu filho", disse a jovem, que trabalha em uma pizzaria e gastava 40% do orçamento com o aluguel de uma kitnet. Os sonhos de concluir a faculdade de Administração de Empresas e promover uma festa de aniversário para o filho Mateus agora poderão se tornar realidade.

"Mesmo com um desconto de 35% na mensalidade da faculdade, não conseguia pagar por conta das despesas com aluguel, comida, luz, água e alimentação. Nem acredito em tudo que está acontecendo", destacou.

A aposentada Luciana Girard de Sales estava orgulhosa da nova conquista e com muitos planos. Aposentada por invalidez, ela e a filha Naiade, de 14 anos, vivem com um salário mínimo para pagar aluguel e as demais despesas. "Com esse dinheiro que irei economizar, posso dar uma alimentação melhor para minha filha e até algumas roupas que ela gosta", contou, acrescentando que cada uma terá o seu próprio quarto.

Mudança - De acordo com a secretária de Habitação, Alessandra Aguiar, até domingo, 460 famílias irão concluir sua mudança. Neste momento estão ocupando os apartamentos as famílias contempladas na modalidade demanda espontânea.

Já as 200 famílias da localidade Águas Maravilhosas irão participar posteriormente de reunião com a equipe da Secretaria de Habitação, onde irão definir a data das mudanças das mesmas.

Desde 2013, o governo municipal vem atuando para diminuição do déficit habitacional da cidade, garantindo que pessoas com renda de até R$ 1,8 mil ou moradoras de área de risco tenham acesso à casa própria.   

Foto: Maurício Porão

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