Contrato do serviço, assinado no apagar das luzes no final de 2012, poderá ser revisto pelo atual governo e devassado pela Câmara
Você sai do carro, caminha até um dos poucos aparelhos que liberam tickets de estacionamento rotativo das ruas de Macaé e se depara com o terminal defeituoso ou desligado, anda mais um pouco a procura dos escassos cobradores que circulam com máquinas portáteis que emitem os bilhetes mas sem sucesso resolve arriscar e deixa o carro sem o rotativo. Para sua surpresa ao chegar no seu carro se depara com um auto de infração pregado no para-brisa e mesmo que a falta de terminais ou profissionais seja a justifica o cidadão acabará levando para casa mais uma multa. Pois essa é a realidade enfrentada por muitos dos usuários do sistema de transporte rotativo de Macaé.
Operado por uma empresa do Rio Grande do Sul, o contrato, que foi assinado em 2012 no apagar das luzes no governo do então prefeito Riverton Mussi também sofre críticas quanto a transparência dos valores arrecadados já que o município recebe, ou deveria receber, um percentual sobre o faturamento da venda dos bilhetes. Com uma prestação de serviço ruim e sem transparência a expectativa é de que o governo e a câmara dos vereadores atuem fortemente para que seja entregue aos usuários um serviço de melhor qualidade.