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Educação de Cabo Frio decide manter a greve

Thaiany Pieroni

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Os profissionais da educação de Cabo Frio decidiram mais uma vez por manter a greve da categoria. A decisão foi tomada em assembleia realizada um dia após reunião, mediada pelo Ministério Público, entre representantes do município e do sindicato, na qual mais uma vez as partes envolvidas não conseguiram chegar a um acordo.

Durante a reunião, foi informado que o governo antecipará a chamada dos concursados. Mais uma vez a categoria cobrou a atualização dos salários de acordo com o PCCR, ficando o Governo de realizar um estudo par avaliar o pedido.

Na ocasião, o Governo também informou que fará um corte no ponto, sendo descontado 50% do valor do período. Em resposta, o sindicato informou que caso haja o desconto, a categoria não irá repor as aulas necessárias para encerrar o ano de 2017.

Uma nova reunião ficou agendada para o próximo dia 22 de março. Na qual, o Governo deve informar sua decisão sobre o corte do ponto e da proposta da atualização do PCCR.

Além de decidir pela manutenção da greve, a categoria informou que realizará um ato na SEME pedindo abono da greve anterior; Divulgará uma nota de repúdio contra o corte de ponto; e realizar um ato em frente a Prefeitura nesta sexta-feira, 09. Uma nova assembleia será realizada no dia 15, no Edilson Duarte.

 

 

Prefeitura entra na justiça pedindo fim da greve - A Prefeitura de Cabo Frio entrou mais uma vez na Justiça, na tentativa de fazer com que os servidores da educação retornem as salas de aula. O sindicato ainda não entrou em acordo com o município e os servidores permanecem em greve, mesmo após a justiça já ter determinado, no último dia 02 de fevereiro, que os professores voltassem aos postos de trabalho.

No novo processo da Procuradoria-Geral da Prefeitura de Cabo Frio, o pedido agora é pela prisão, além de multa aos representantes do sindicato, que não cumprem a determinação da justiça.

Enquanto isso, ainda não há uma previsão para o início do ano letivo de 2018, assim como para o termino de 2017. De acordo com o último levantamento apenas 30 das 92 escolas da rede terminaram os trabalhos. Algumas turmas, em separado, também tiveram a reposição.

 

 

 

 


 

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