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Cabo Frio terá mais 250 agentes para fiscalizar o comércio ambulante a partir da virada do ano

Thaiany Pieroni

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A cidade de Cabo Frio contará com 250 agentes temporários, que realizarão o trabalho de fiscalização do comércio ambulante nas ruas e praias do município durante a alta temporada. O aumento do efetivo, que começada na virada do ano, será mantido até o fim do verão.

De acordo com a Coordenadoria Geral de Posturas da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade, o maior número de agentes ficará concentrado na Praia do Forte. 150 trabalhadores ficarão responsáveis por ordenar o comércio ambulante, além de dar apoio à Guarda Marítima na repressão aos esportes praticados à beira-mar, como a “altinha” e o frescobol. Em Tamoios, no segundo distrito, haverá um contingente de 40 fiscais. Já nas praias do Peró e das Conchas, o trabalho de repressão às condutas irregulares na areia será feito por 60 agentes.

Para auxiliar no trabalho e melhorar o atendimento ao banhista, serão montados quatro postos avançados, três deles na areia da Praia do Forte: um em frente à Praça das Águas; outro em frente ao Hotel Malibu e outro na altura da Duna Preta. A quarta estrutura será erguida na Praça da Cidadania.

De acordo com o coordenador Alexandre Lopes, a equipe está preparada para a tarefa de organizar o espaço urbano, sem deixar de lado o atendimento humanizado. “Estamos promovendo treinamento para melhor atender ao turista e ao cidadão local e intensificar a fiscalização na praia. As quatro tendas nos ajudarão a reforçar a fiscalização na Praia do Forte e no apoio à Guarda Marítima na repressão aos esportes com bola”, explica.

 

Fiscalização já começou - No feriado prolongado do Natal, as equipes da Coordenadoria de Posturas já intensificou o trabalho de fiscalização.

Na Praia do Forte, entre o sábado, 22, e a terça-feira, 25, três ambulantes foram notificados por não estarem com o adesivo que indica a vistoria técnica de botijões de gás GLP e de suas instalações. Também foram apreendidas dez churrasqueiras de queijo coalho. A prática é proibida por causa do descarte irregular do carvão em brasa na areia, que pode ferir os banhistas. Já o descarte em área de preservação é crime ambiental previsto na legislação.

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