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Bandeira Azul será retirada da Praia do Peró, em Cabo Frio, após a Semana Santa

Thaiany Pieroni

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A Bandeira Azul, símbolo do certificado internacional de qualidade ambiental das praias, que esta hasteada na Praia do Peró, em Cabo Frio, será retirada no próximo dia 24 de abril, logo após a Semana Santa. O motivo é que o programa é sazonal e a certificação não dura o ano todo.

“O Bandeira Azul é um Programa sazonal, a certificação não dura o ano todo.  Então temos que estar atentos para que os critérios já cumpridos não retrocedam e nos empenhar para a consolidação das modificações necessárias, fazendo o recredenciamento quase que um fato automático. Para que isso aconteça, é preciso que a sociedade também faça a sua parte”, explicou o coordenador de Meio Ambiente, Mario Flavio Moreira,

O anúncio da retirada da bandeira foi feito, oficialmente, pelo Secretário de Desenvolvimento da Cidade, Felipe Araújo, durante uma reunião do projeto “Praia Limpa”, do Ministério Público Federal, com a presença do procurador da República, Leandro Mitidieri.     Na ocasião, o secretário também anunciou que a Prefeitura de Cabo Frio irá realizar todas as adequações estruturais que garantam a volta da certificação para o próximo verão. “Serão muitas as mudanças que faremos para manter a nossa certificação.  Estaremos, inclusive, fazendo um novo trabalho de conscientização com os quiosqueiros, que precisam entender que os quiosques são uma concessão pública, e se não se adequarem com os critérios do Programa Bandeira Azul, essas concessões poderão ser revistas”, afirmou.

De acordo com a Prefeitura, as intervenções na Orla do Peró, passarão, inclusive, pela construção de novos quiosques, sinalização turística, ordenamento, mobilidade e acessibilidade, envolvendo todos os agentes públicos responsáveis por pastas que, de alguma forma estejam envolvidos na ações necessárias.

O procurador da República, Leandro Mitidieri utilizou as premissas do projeto Praia Limpa, para explicar que o Ministério Público estará acompanhando de perto as ações para a manutenção da certificação, agindo com rigor em caso de desobediência ou vandalismo.

“Achei o episódio do veículo arrebentando a corrente um absurdo.  Os quiosques também devem se enquadrar completamente, se responsabilizando pelo lixo que produzem, pois estão lucrando com as melhorias e têm que dar essa contrapartida.  O Ministério Público estará, sempre, ao lado de quem defende o ordenamento e o meio ambiente”, finalizou.


 

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