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Apesar da crise, Macaé mantém em dia salário dos servidores

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A grave crise que vivemos é uma realidade generalizada em todo o país. Mais de 11 milhões de pessoas estão desempregadas. Empresas fechando as portas e inflação alta formam este cenário econômico de horror.

Não é à toa que o Governo do Estado decretou calamidade pública há alguns dias. Na Região, prefeituras como as de Cabo Frio e Rio das Ostras estão mergulhadas no caos administrativo e financeiro. E a situação atinge diretamente nestes municípios também os servidores.

Em Casimiro de Abreu, por exemplo, há cerca de 15 dias, garis foram às ruas protestar pela falta de pagamento de salários há 3 meses. Professores cabofrienses ameaçam entrar em greve.

Para reverter ou impedir o caos, é preciso bem mais que discursos. Em Macaé, por exemplo, a inversão no montante de arrecadação (antes a maior parte era oriunda dos royalties, hoje provém dos tributos municipais), aliada a uma política que prioriza a responsabilidade fiscal tem surtido efeito.

Para se ter uma ideia, enquanto no Estado e prefeituras da região o funcionalismo sofre, em Macaé os salários estão em dia para os quase 17 mil servidores. No total, cerca de R$ 1,3 bilhão é investido no pagamento dos funcionários - concursados em sua imensa maioria.

Manter o salário dos milhares de servidores em dia na cidade garante, de quebra, fôlego para a economia macaense. Isso porque, com dinheiro no bolso, o comércio é movimentado, gerando emprego e renda. É um círculo virtuoso.

Mas, o Governo Municipal tem investido em outras frentes. A manutenção da passagem a R$ 1 e as obras de infraestrutura para garantir a permanência de empresas e atração de novas fomenta um cenário positivo e que está na contramão da maioria das cidades neste momento de crise.

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