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Alunos de escolas municipais de Cabo Frio lutam pela volta as aulas

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Alunos da Rede Municipal de Ensino de Cabo Frio estão se mobilizando, com o intuito de pressionar as autoridades para viabilizarem o retorno das aulas. Com a greve dos profissionais da educação, motivada pelo atraso nos pagamentos e falta de estrutura de trabalho nas escolas, os estudantes estão há meses sem aula, e sem previsão para encerrarem o ano letivo.

Os alunos da Escola professor Edison Duarte estão convocando uma manifestação para esta sexta-feira, às 9 horas, na Praça Porto Rocha, seguindo em caminhada para a Prefeitura.

“Caros alunos de todas as escolas municipais de Cabo Frio. Nós (alunos da Escola M. prof° Edison Duarte), estamos fazendo uma manifestação e queremos a colaboração de todos. Por que estamos sem aula, não tem previsão de volta. E como vamos ficar assim, sem aula?? Tem professores contando com o justo e merecido salário, pois precisam pagar suas passagens para chegar ao seu local de trabalho. Nós (alunos da rede municipal de ensino),estamos sendo prejudicados, principalmente os formandos. Então conto com ajuda de todos”, explicava recado divulgado pelos alunos através das redes sociais.

Os alunos da Escola professora Marli Capp também começaram a se mobilizar. Eles disponibilizaram um abaixo assinado pedindo a volta do funcionamento da unidade. O documento está disponível bem próximo a unidade escolar, com uma revendedora de cosméticos, localizada na lanchonete macs burguer, frente ao unapark shopping.

 

Sindicato afirma que aulas estão suspensas em 4 escolas de Cabo Frio - O Sindicato dos Profissionais da Educação da Região dos Lagos (Sepe Lagos) afirmou que pelo menos quatro escolas de Cabo Frio, estão com as aulas completamente suspensas. Segundo o sindicato, as unidades sem aulas são a Escola Municipal Profª Marli Capp, no distrito de Tamoios, e as escolas Talita Perelo, Robson Azevedo e Edilson Duarte, no primeiro distrito.

Entre os motivos da falta de aulas está a continuidade da greve, já que alguns professores estão sem receber desde o mês de abril, e a falta do vale transporte, que inviabiliza que alguns profissionais cheguem até as unidades de trabalho. Outros motivos apontados são a redução de verbas e as demissões.

 

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