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É nesta quinta-feira (26), no Teatro Sesi Macaé, Geraldo Azevedo e Orquestra Cesgranrio

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Apresentação será a partir das 20h.  Intitulada “Brasilidade”, a série homenageia os grandes nomes da música nacional, revisitando as obras em versão instrumental.

Daniela Bairros

É nesta quinta-feira (26), no Teatro Sesi Macaé, Geraldo Azevedo e Orquestra Cesgranrio. A apresentação será a partir das 20h. Intitulada “Brasilidade”, a série homenageia os grandes nomes da música nacional, revisitando as obras em versão instrumental. Os ingressos estão esgotados.

O artista do ano de 2017 é Geraldo Azevedo, um dos maiores em atividade no Brasil, e que será homenageado pela Orquestra Sinfônica Cesgranrio.

O formato sinfônico proporciona um novo universo sonoro a Geraldo Azevedo, reconhecido pelo traço tipicamente popular e a identidade cultural evocada pelo refinamento harmônico e melódico.

Além disso, a apresentação enrique as possibilidades expressivas da orquestra, que ao atuar na música popular incorpora sua brasilidade mais profunda.

O repertório escolhido é abrangente, contemplando as diversas fases da carreira do artista com arranjos inéditos para canções consagradas como: “Bicho de sete cabeças”, “Dia branco” e “Canção da Despedida”.

Sobre Geraldo Azevedo

Em 11 de janeiro de 1945, no coração do sertão pernambucano, nascia Geraldo Azevedo. Cresceu em família humilde, mas culturalmente abastada, o que garantiu uma infância cheia de boas referências. Ganhou seu primeiro violão, um presente do pai, José Amorim, confeccionado manualmente por ele mesmo,  já aos cinco anos de idade. O início da vida, cunhado em um ambiente simpático à musica e à cultura, acabou determinando o destino daquele que se tornaria um dos grandes embaixadores da Música Popular Brasileira.

Com os ensinamentos da mãe, Dona Nenzinha, e o apoio da família na bagagem, Geraldo ultrapassou a barreira da regionalidade, tornando-se o artista reconhecido que é atualmente. A cada passo de sua carreira na música, lutou para manter a tradição de suas raízes culturais e combateu incessantemente o preconceito contra o povo nordestino.

Quem escuta Geraldo Azevedo ouve o eco de muitos anos de história. Do grito corajoso das canções feitas nos chamados “anos de chumbo” da ditadura militar, às músicas românticas ou dançantes compostas em tempos democráticos, a obra desse petrolinense continua marcando gerações. São mais de 50 anos de parcerias bem-sucedidas, com nomes como Luis Gonzaga, Geraldo Vandré, Alceu Valença, Elba Ramalho e Zé Ramalho. Depois de meio século de trabalho, ainda hoje, sua “Canção da Despedida”, composta com Geraldo Vandré, é entoada como hino de manifestações de protesto. Mesmo mais de três décadas depois de ser criada, a música “Dia Branco” ainda embala o casamento de apaixonados de todo o país.

Crédito: Divulgação

 

 

 

 

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