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Paz interior

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A vida é constituída de várias facetas. Alguns destrutivos e outros construtivos. Com o tempo vivemos com intensidade a inebriante construção do diálogo da dor com seus sustentáculos sólidos.
Deixamos nossa dor ser maior do que os fatos. A desorganização interior se aprofunda dentro do abismo existencial.
Decretamos guerra a nós mesmos. E para enfrenta-lo é necessária hercúlea arma de potencial máxima capaz de explodir nossas mazelas nascida de nosso desencontro próprio.
Enquanto os passarinhos se reajusta a nova realidade voando cada vez mais alto deslocamos nosso foco do alvo de soluções prováveis.
Primeiro é necessário retomar nosso intimo como Napoleão tomou os terrenos dos adversários com inteligência e soberania. Pois sabemos que deste jeito que a guerra intima-nos leva a paz desejada. Basta identificar a origem da dor, E depois libertar eliminando deste o nascedouro a fonte maligna poderosa destruidora de nossa paz intima.
Se a guerra são mazelas profundas da alma a paz é a sutileza que leva a patamares de sublimação autentica. Adquirida pela ação do tempo em nosso interior mórbido.
Invada seu íntimo, projeta seus sonhos como se fosse o único dono e liberte das agruras existenciais abarrotada de alegria consistente.
Somente quem perdeu a paz pode reconquista-lo. Em nossas vidas pessoais não há vitorias eternas, porém também derrotas definitivas.
Perceber que a vida é uma porta que se abre com nossa força intima deste de que forçamos com inteligência é ter a chave das manhãs inéditas onde nossa história pode ser delineada como um quadro de Picasso.

Juarez Alvarenga - advogado e escritor

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