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Dicotomia da vida

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A vida é um palco onde o enredo é delineado pelas circunstancias existenciais.

A peça humana  é homogênea, para todos os personagens. Ninguém sai ou entra na vida sem passar pelo batismo da alegria ou tristeza. Essa dicotomia sintetiza nossa validade terrena.

Os picos existenciais, de lagrimas ou sorrisos, distanciam  do equilíbrio de banho maria, natural do cotidiano humano que fomenta as almas inquietas.

Nos olhos humanos não existem secas, calamitosas e prolongadas, que restringe a diminuir as intensidades de nossas lagrimas atemporais existentes no decorrer de nossas vidas. Pelo contrario, em alguns olhos existem um mar volumoso e indomável instalado abundante potencial de lágrimas, não provocado pela natureza, mais uma pororoca intima implantada dentro do reservado, fórum interior, capaz de desencadear a qualquer momento, dentro do mundo humano movediço.

O que de surreal existe é que as lagrimas são adubos naturais, em tênues raízes, que só fortalecerá pelos insumos provocativos dos sorrisos.

No vale da alma, as lagrimas nos fortalecem, para quando alegria chegar se pulverize no sentido de apagar os rastros de dor, vindo da abundância agua do mar. Instalado com o consentimento tácito do, construtor de tragédias, psíquicas tentado cegarem, para felicidade imediata do ciclo existencial.

A vida na sua periferia é heterogênea e diferenciada, mas no seu núcleo duro, é instrumento de equidade e igualdade

Acreditamos que os momentos de dor e alegria, ou seja, de lagrimas ou sorrisos, em qualquer existência humana, ninguém passa na frente é plenamente igualitário.

Se dentro da existência não existe igualdade real, Deus como principal construtor de destinos, traça para missão terrena, igualdades de lágrimas e sorrisos, independentemente, dos instrumentos dados a todos diferentemente.

Se as águas do mar procuram seus olhos indefesos, para pulverizar lágrimas, liberte que na mesma intensidade e contrario existem ao seu redor sorrisos fáceis, instalados na clareza solar, que terá o poder mágico, de nos acordar para viver um dia totalmente original.

Neste ciclo de lagrimas, e, sorrisos proporcionado pela existência tenha sobrevida dos peixes de habitat de aguas profundas, que a qualquer momento, será recompensado pelo sorriso natural e cativante de uma adolescente debutante no baile.

Neste empate existencial, busque equilíbrio nas alturas das cordasda vida, fazendo acrobacias sem proteção por baixo.

Que seja forte quando as lagrima lacrimejarem com sua dor,  que seja nobre e generoso se o sorriso instalar o seu eu profundo  com intensidade de quem está faminto de felicidade.

 

Juarez Alvarenga – advogado e escritor 

 

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