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Dia D

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Domingo, sem medo de errar, teremos as eleições mais polarizadas - possivelmente, tranquilas - dos últimos tempos. De um lado, o espírito de mudança, com propostas de combate à criminalidade, começando pelo cerco a drogas e armas nas fronteiras feito pelas Forças Armadas; diminuição do balcão de negócios, principalmente, no Congresso; a volta da autoridade, nas ruas, casas e nas salas de aula; reformas estruturais com total apoio da sociedade e, do outro, a mesmice, as velhas práticas políticas, a corrupção, a mentira, a fome, o desemprego, a (re)implantação definitiva de regimes comunista e socialista e reformas sem apoio popular. Nesta reta final, fica a cada dia mais claro que a maioria já definiu não aguentar o PT, o PC do B, o (P)MDB e os demais partidos comandando uma Nação em prol de seus próprios interesses, tampouco, viver refém do poder paralelo e da roubalheira desenfreada que desvia o dinheiro da educação, da saúde, da segurança, dos aposentados, etc., tudo na mão grande e à luz do dia na maior cara de pau. Domingo, dia sete, a batalha hercúlea de Davi contra Golias, do candidato sem dinheiro, com partido político pequeno e que o sistema ainda tentou matar, deve se repetir levando o bem a triunfar contra o mal e o Brasil voltar a ter esperança por dias melhores, mais Ordem e Progresso. Domingo, portanto, é dia de se confirmar o amor à Pátria, juntar toda a população, sem distinção de cor, religião, classe social ou opção sexual,  começar a acabar com as mordomias e a roubalheira institucionalizadas e a apoiar o novo presidente que, a partir de primeiro de janeiro, pode começar a fazer diferente em prol de um País que um dia tivemos.

João Direnna -Quissamã


 

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