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Bença mãe!

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“Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi “feliz”. Eles me disseram que eu não entendi a pergunta, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida. ” John Lennon

 A ideia de um dia especial para homenagear as mães surgiu nos Estados Unidos em 1905 no Estado da Virgínia Ocidental. A ideia de Anna Jarvis nasceu com o objetivo de motivar as crianças para que se lembrassem e homenageassem suas mães.

Hoje, em meu artigo semanal, aproveitando a comemoração do dia das mães acontecida no domingo que passou, quero fazer memória de minha mãe, quero reavivar lembranças que, de teimosas, continuam presentes na minha vida.

Quanta saudade, lembrança gostosa, da compreensão que sempre existiu em seu coração. Só ele sabia quando eu precisava de um ombro amigo, de uma palavra de incentivo, de um carinho que de tão doce, tão doce, conseguia transformar minhas angústias, dores e sofrimentos em favos de mel, em tranquilidade, coragem e esperança.

Quanta lembrança, saudade gostosa, de seu olhar sensível. Só ele era   capaz de enxergar mais longe e mais alto, de perceber os momentos que eu precisava de um aconselhamento, de uma orientação que permitisse meu retorno ao caminho da retidão, da honestidade, de perseverança e da coragem de continuar buscando a realização de meus sonhos.

Quanta saudade, lembrança gostosa, das horas que você esteve ao meu lado. Só a sua presença era capaz de fazer-me parar de chorar, de fazer voltar aos meus lábios o sorriso mais puro e inocente de uma criança, um sorriso que era a expressão mais verdadeira da alegria de estar vivo e partilhando de uma história que possuía como personagem central uma mulher inigualável, forte e capaz de dar-se por inteiro pelos seus filhos.

Quanta lembrança, saudade gostosa, de seus aconselhamentos. Só eles impactavam positivamente meus problemas e preocupações, somente eles possuíam um significado especial, amoroso, pois nasciam do mais íntimo do seu ser, lá onde residem os amores e os gostares, os sentimentos mais nobres de cuidado, respeito e alteridade.

Quanta saudade, lembrança gostosa, da sua amizade. Só ela representava a escuta de toda hora, a disponibilidade para atender minhas necessidades, o alimento para os meus projetos de futuro e, sobretudo, os beijos e os olhares que acompanhavam minhas partidas.

Mãe, minha querida mãe, quantas saudades, quantas lembranças, como você continua presente na minha vida dando cor, forma e sabor aos meus dias. Eu jamais vou esquecer tudo que você representou e representa na minha história.

Bença mãe!

P.S.: Um grande beijo na mãe das minhas filhas, na Fafá, no meu amor.

Professor José Augusto Abreu Aguiar

 

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