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Firjan lança documento anual sobre mercado de óleo e gás reforçando papel do Estado do Rio nesse setor

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Navio de produção FPSO Cidade de Maricá durante operação de offloading no campo de Lula Alto na Bacia de Santos
 

A Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) lançou, nessa semana, o seu Anuário de Petróleo no Rio 2023, publicação que destaca o cenário de projeção da produção de óleo e gás pelos próximos 7 anos.

O documento traz ainda as perspectivas do Estado do Rio de aumentar sua parcela na produção nacional para mais de 90% nos próximos anos, chegando ao volume potencial de 4,8 milhões de barris por dia até 2030, além de apresentar a visão dos novos campos produtores e o potencial agregado a ser alcançado pelo Estado.

Em sua 8ª edição, o Anuário de Petróleo no Rio 2023 tem uma atualização do mercado estadual, nacional e internacional, com análises de diferentes visões, dados dinâmicos em Painel Interativo, e Mapa do Petróleo no Rio com ferramenta de geolocalização, além do Guia das Participações Especiais.

“Diante do contexto interno, com a mudança de governo, e mundial, com a guerra Rússia e Ucrânia, as empresas necessitam de informações rápidas e acessíveis para montar suas estratégias de atuação num mercado bastante competitivo. O levantamento do Anuário traz boas perspectivas e um melhor posicionamento do Rio de Janeiro e do país, com o aumento da produção, gerando desenvolvimento socioeconômico para todos”, comentou o vice-presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.

O documento conta também com artigos do Serviço Nacional de Aprendizagem da Indústria (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI), da Firjan, além de parceiros como a Petrobras, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Secretaria Estadual de Energia e Economia do Mar do Rio, e a empresa PRIO.

“Para suportar o crescimento de produção em 50% até 2030 e a transição energética, é fundamental investimentos em pesquisa e inovação, e a liberação do trabalho em novas áreas, novas frentes”, acredita a gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Karine Fragoso, que acrescentou que “a avaliação traz a importância de investimentos na modernização e no ‘retrofit’ das refinarias nacionais, de modo a aumentar o aproveitamento do óleo nacional no refino.

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