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Operação Lei Seca divulga balanço dos seis primeiros meses de 2019

Bertha Muniz

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Houve um aumento de 33% de motoristas  flagrados com sinais de embriaguez em relação ao mesmo período do ano passado.

A Operação Lei Seca divulgou o balanço das ações nos seis primeiros meses de 2019. De acordo com a operação, durante este período foram retirados das ruas 6.746 motoristas com sinais de alcoolemia. Este número representa 4,37% do total de abordados (154.166).

O levantamento apontou que, de atuar diariamente nas ruas, em horários variados, e ter aumentado em 113% o número de ações de educação e conscientização da população, o flagrante de pessoas com sinais de embriaguez nas blitzen tem se mantido em relação ao ano passado.

Houve um aumento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro semestre de 2018 foi alcançado um público de 64.271 pessoas, já este ano, até o momento, foram 84.814.

Um dado que reflete a mudança de comportamento em relação à bebida e direção foi apresentado recentemente em pesquisa do Observatório Nacional de Segurança Viária realizada pelo Datafolha com o apoio da empresa Uber, que mostra que 77% dos entrevistados no Rio de Janeiro admitem ter trocado o volante pelo transporte de aplicativo quando vão consumir bebida alcóolica.

Ao longo dos últimos anos, um conjunto de leis aumentou o rigor da Lei Seca em todo o país. A Lei Federal nº 13.281, que entrou em vigor em novembro de 2016, aumentou o valor da multa aplicada a motoristas flagrados dirigindo sob o efeito de bebida alcoólica de R$ 1.915,40 para R$ 2.934,70.

Os motoristas flagrados pelo teste do bafômetro ou que se recusam a soprar o bafômetro são multados por embriaguez ao volante, têm a carteira de habilitação (CNH) recolhida e fica com o direito de dirigir suspenso por 12 meses.

 

 

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