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Presidente do Flamengo é citado novamente como possível vice em chapa nas eleições para presidência da república

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Filiado à REDE em 23 de fevereiro desse ano, presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, teve seu nome comentado pela candidata à presidência da república, Marina Silva (REDE), como possível vice

À agência internacional de notícias Reuters, a pré-candidata à presidência da república, Marina Silva (REDE), teria comentado o nome do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, como um dos possíveis nomes para compor a chapa nas eleições de outubro desse ano.

Dizendo que busca pessoas “complementares” e do campo histórico de seu partido para compor uma chapa, Marina citou ainda o nome de Roberto Freire (PPS), embora tenha negado haver negociações concretas.

“O primeiro passo para as conversas com esses partidos que temos proximidade é o programa, por isso que qualquer discussão de nome nós nunca colocamos à frente do programa”, disse Marina a jornalistas após participar de evento do setor sucroalcooleiro em São Paulo.

Os nomes do ex-senador Roberto Freire, que é presidente nacional do PPS e ex-ministro da Cultura, e de Bandeira de Mello, que é filiado à REDE, vieram à tona através do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP).

“Obviamente que todas as pessoas que o senador Randolfe citou, tanto o nome do Bandeira quanto do Roberto, são pessoas de maior credibilidade na sociedade brasileira. Mas eu não tive conversa com nenhum deles especificamente sobre isso”, acrescentou a pré-candidata.

Ex-ministra do Meio Ambiente, indo para a 3ª disputa para presidente, Marina elogiou o RenovaBio, programa que busca impulsionar o uso de combustíveis renováveis e ajudar na redução de emissões de gases do efeito estufa.

“A melhor forma de fazer com que se tenha uma agricultura vigorosa, como ela é e deve ser, é fazendo o dever de casa, como já está sendo feito, certificando a nossa produção, não plantando cana-de-açúcar na Amazônia, como o próprio programa que eles estão defendendo aqui defende”, disse Marina, criticando os recentes projeto de lei que liberam o plantio de cana na Amazônia.

Questionada se pretende trabalhar junto ao setor do agronegócio, até mesmo em forma de compromissos, durante sua campanha, Marina, famosa como ambientalista, disse que pretende “continuar sendo coerente”.

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