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Prefeito de Macaé recebe representante da Firjan para debater obras importantes para desenvolvimento da cidade

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O prefeito de Macaé, Welberth Rezende (CIDADANIA), recebeu, nesta terça-feira, 19, em seu gabinete, o presidente da Comissão da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) em Macaé, Gualter Scheles Junior para tratar de temas importantes para o desenvolvimento do município.

Entre as pautas abordadas no encontro estiveram a construção da Estrada de Santa Tereza, a revitalização da atual rodoviária, e a realização da próxima edição da Feira Brasil Offshore, prevista para acontecer em 2023.

Em novembro de 2021, Welberth Rezende recebeu a notícia de investimentos de cerca de 150 milhões de reais do Governo do Estado durante uma visita do secretário estadual de Infraestrutura e Obras, Max Lemos (PROS), que serão investidos em obras de infraestrutura no município.

Entre os projetos que serão contemplados com esses recursos estaduais estão justamente as obras de pavimentação e drenagem da Estrada de Santa Tereza, além de diversas outras ações em vários pontos da cidade, todas com previsão de início, na ocasião, para o 1º trimestre desse ano.

Segundo a prefeitura, na época, as obras prometiam solidificar a cidade como atrativo de investimento industrial no novo mercado de gás e portuário, por se tratar de uma via local, que corta a cidade por fora da área urbana, ligando a área industrial, campo de óleo e gás, à futura zona portuária, que abrigará o novo Terminal Portuário (TEPOR) de Macaé, que segue em processo de construção.

Sobre a atual rodoviária da cidade, o município vem tentando sua revitalização e a construção de uma nova, com maior capacidade, em uma área às margens da Rodovia do Petróleo (RJ-186), localizada fora do centro da cidade.

O processo para a construção da nova rodoviária foi tema de um encontro entre a prefeitura e o agora ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais (CODERTE), Nelson Oaquim Júnior, substituído do cargo menos de 1 mês depois pelo advogado Marcos Antônio de Souza Silveira.

Na visita, que aconteceu em julho de 2021, as autoridades chegaram a visitar um terreno próprio da Prefeitura de Macaé com uma área de mais de 51 metros quadrados (m²), onde estava prevista a construção do tão esperado novo terminal rodoviário da cidade.

“A rodoviária atual não consegue entregar o que precisamos para uma cidade que está iniciando um novo ciclo de desenvolvimento econômico. Macaé é uma cidade que está retomando o crescimento e precisa de aparelhos do mesmo porte”, avaliou, na época, Welberth Rezende, concordando com a necessidade de uma revitalização do espaço atual.

Com a última edição cancelada em junho de 2021, ainda em razão dos impactos da pandemia do coronavírus, a Feira Brasil Offshore deve chegar à sua 11ª edição em 2023, em um momento diferente do mercado de energia no país e na região.

De acordo com reportagem publicada em agosto do ano passado, no portal Click Petróleo e Gás, já previa o surgimento de grandes projetos offshore no Brasil entre 2021 e 2025, o que tornaria o país o líder mundial de produção offshore, segundo previsão de uma das maiores empresas do ramo de inteligência energética, a GlobalData.

Em outubro do mesmo ano, a Firjan confirmou a previsão ao divulgar um levantamento que apontava que apenas a Região Norte Fluminense tinha previsão de receber 22 projetos voltados para o setor energético.

Para Macaé, o levantamento apontava 13 projetos de usinas termelétricas (UTEs), lembrando que duas já estão em operação, uma segue em construção, a UTE Marlim Azul, e as outras 9 já estão licenciadas, todas fazendo parte do Complexo Logístico e Industrial de Macaé (CLIMA).

“A partir do petróleo, a região atrai novas usinas térmicas a gás natural e também de energia solar, eólica e, em breve, de hidrogênio. Além disso, a própria indústria de petróleo e gás também investe em processos produtivos mais limpos. A indústria de petróleo e gás possui infraestrutura que ainda será usada por muitos anos, gerando emprego, renda e royalties; em paralelo, as companhias ampliam seus horizontes de atuação. E o que não falta no Norte Fluminense são projetos”, comentou a gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Karine Fragoso, em matéria publicada pela própria Firjan, em outubro de 2021.

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