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Índice Firjan de Desenvolvimento Humano demonstra impacto do desemprego na região

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Um das maiores geradoras de emprego da região, por concentrar grandes empresas da indústria do petróleo no interior do estado, cidade de Macaé sofreu com onda de desemprego gerada pela crise internacional do setor, em 2014

Produzido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o Índice Firjan de Desenvolvimento Humano (IFDH) de 2018, com dados referentes ao ano de 2016, demonstra o impacto do desemprego gerado pela crise internacional do petróleo nas cidades da Região dos Lagos e no Norte Fluminense, bem como em todo o Estado do Rio.

Com dados sobre Educação, Saúde e Emprego e Renda, o índice aponta para uma queda nos números do último eixo na região, o que coloca a primeira cidade da região, Armação dos Búzios, apenas como a 12ª em todo o estado.

Com IFDH de 0.7656, o município, que aparece apenas na 887ª posição no país, está pouco à frente de Macaé, a segunda do estado e 1.084ª no país, que tem índice de 0.7543, o pior resultado da Capital Nacional do Petróleo desde o primeiro ranking, realizado com dados de 2005.

E o grande “vilão” dos números do município, um dos mais importantes economicamente do interior do estado, por concentrar grande parte das empresas de petróleo fora da capital fluminense, é exatamente o eixo Emprego e Renda, que despencou em 2015, ano seguindo ao que estourou a crise internacional do setor petrolífero, quando saiu de 0.7810 para 0.5752.

Das cidades da região chamadas “petrorrentistas”, todas apresentaram quedas nos números de Emprego e Renda, de 2014 para 2016, com exceção de Carapebus, que conseguiu uma pequena melhora no último ano-base do índice.

Apesar do baixo resultado de Macaé em 2016, 0.5409, ainda fruto da crise, o governo municipal vem conseguindo resultados importantes na Saúde e na Educação, os outros 2 eixos do índice, mesmo com as quedas de arrecadação.

Na gestão do Prefeito Dr. Aluízio (sem partido), o índice na Educação saltou de 0.7897, em 2012, último ano da gestão anterior, para os atuais 0.8474, em 2016. Também na Saúde, o município se mantém com bons números, atingindo índice de 0.8746, o que demonstra a boa gestão do município mesmo frente à crise econômica, principalmente em vista dos problemas de Saúde enfrentados por outras cidades da região.

Mesmo com as dificuldades, Macaé continua acima da média nacional, que é de 0.6743. Antes considerada referência na região, a cidade de Campos dos Goytacazes aparece apenas como a 28ª no estado e 1.691ª no país, com IFDH de 0.7208, seguida de perto por Rio das Ostras, 30ª no estado, com 0.7136, e por São João da Barra, 34ª no estado, com 0.7093.

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