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Depois de vereador e professora, site do TSE ganha mais 4 nomes para a disputa pela Prefeitura de Macaé

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A manhã desta quinta-feira, 24, confirmou mais nomes na disputa pela Prefeitura de Macaé nas eleições municipais marcadas para o próximo dia 15 de novembro, através do site DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Além do vereador Maxwell Vaz (SOLIDARIEDADE) e da professora Sabrina Luz (PSTU), que já apareciam no site nesta quarta-feira, dessa vez surgiram também os nomes do vereador Robson Oliveira (PTB), do deputado estadual e ex-vereador de Macaé, Welberth Rezende (CIDADANIA), do também ex-vereador, Igor Sardinha (PT), e do empresário André Longobardi (REPUBLICANOS).

Assim como acontece com todos os mais de mil pedidos de registro de candidatura visando o pleito de novembro, os nomes dos 6 pretensos candidatos a substituir o prefeito Dr. Aluízio (PSDB) aparecem com o status “aguardando julgamento”, e ainda precisam ser aceitos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio (TRE-RJ) antes de garantir lugar nas urnas eletrônicas no dia da votação.

Além dos status sobre o andamento do processo de pedido de registro de candidaturas, o site do TSE apresenta informações sobre cada um dos candidatos, como planos de governo, que precisam ser registrados junto à Justiça Eleitoral, prestações de contas detalhadas das campanhas, e coligações, entre outras.

A expectativa agora é pelo surgimento no site de mais 2 pedidos de registro de candidatura que vêm sendo bastante ventilados pela imprensa da cidade, o do ex-prefeito Riverton Mussi (PDT) e o de Silvinho Lopes (DEM), filho do ex-prefeito Sílvio Lopes (DEM), porém, de acordo com informações do blog do jornalista Daniel Galvão, a nova tentativa de Riverton voltar ao poder na cidade, caso seja confirmada junto ao TRE-RJ, pode ser barrada já na fase de julgamentos.

O jornalista afirma em seu blog que o ex-prefeito de Macaé, que governou por 2 mandatos entre 2005 e 2012, estaria inelegível graças a duas condenações de 2017, uma por improbidade administrativa, que o deixaria inelegível por 5 anos, e outra por abuso de poder político, dano ao erário e enriquecimento ilícito, cuja pena seria de 10 anos.

Resta saber se, no caso da inelegibilidade de Riverton ser mantida, o partido poderia optar por lançar outro nome, como o do ex-secretário de Educação e vereador, Guto Garcia (PDT), ou apenas negociar apoio a outra candidatura.

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