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Trinta e duas pessoas são presas durante operação do MPRJ e Polícia Civil em Rio das Ostras

Bertha Muniz

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), e em parceria com a Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal, deflagrou nesta quarta-feira (20), em Rio das Ostras, a “Operação Toy”, que visa cumprir mandados de prisão preventiva e busca e apreensão contra 38 denunciados por associação criminosa, dedicada ao tráfico de drogas. A operação foi realizada com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), do 32º Batalhão da Polícia Militar (Macaé) e da Superintendência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Sispen).

Segundo o delegado titular da 128ª Delegacia Policial de Rio das Ostras (128ª DP), Ronaldo Cavalcante, ao todo 32 mandados de prisão já foram cumpridos nesta manhã, além de um auto de prisão em flagrante e a apreensão de um menor. Também já foram cumpridos, de acordo com o delegado, 38 mandados de busca e apreensão.

Em denúncia apresentada em 27 de fevereiro, o MPRJ aponta que, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2019, na cidade de Rio das Ostras, notadamente nos bairros e comunidades Nova Cidade, Ilha, Liberdade, Mafu, Gelson e Centro, os denunciados, desempenhando funções em diferentes graus de hierarquia, estruturaram organização criminosa integrada à facção “TCP – Terceiro Comando Puro”, com o objetivo de comercializar substâncias entorpecentes, além da prática de outros crimes, como posse e porte ilegal de armas de fogo.

Embora preso em 28 de novembro de 2017, e ingresso no sistema penitenciário, o denunciado Fernando Lemos Gonçalves (vulgo ‘Bruxo’), na qualidade de chefe da organização, permaneceu coordenando toda a atividade do grupo, repassando as ações aos demais associados, desde a aquisição, recebimento e manipulação de cargas de maconha e cocaína, até a contabilidade da atividade ilegal. Para tanto, o líder Fernando ('Bruxo') era diretamente auxiliado pelos ‘gerentes gerais’, Diego Luiz Monteiro da Silva (‘Brinquedo’ ou ‘Rei do Ouro’) e Douglas Rosa de Souza (‘Drogba’), responsáveis por repassar orientações, bem como monitorar a atuação dos demais denunciados, que exerciam funções de menor hierarquia no âmbito da facção criminosa por aqueles comandada.

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