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Polícia procura por mineiro que desapareceu em Cabo Frio

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Um homem natural de Igarapé, na região Metropolitana de Minas Gerais, está sendo procurado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro depois de desaparecer em Cabo Frio. De acordo com informações de familiares e amigos, o auxiliar de serviços gerais Bruno Antônio Lourenço, de 31 anos, esteve na cidade fluminense em uma excursão à praia, mas não foi mais visto após se desentender com um proprietário e um garçom de um quiosque por causa de uma dívida que ele não poderia pagar.

A viagem aconteceu no dia 28 de maio, pela empresa de ônibus Vivitour, com volta prevista para o dia 30.

Testemunhas contaram que Bruno conheceu um casal na praia no último dia de viagem e começou a beber com eles. Depois de algum tempo, as pessoas teriam deixado a conta de cerca de R$ 200 para o mineiro quitar no local, mas ele não tinha dinheiro. O turista ainda alegou ter tido o celular furtado pelo casal.

Posteriormente, os responsáveis pelo quiosque foram até a pousada onde Bruno estava hospedado para cobrar a dívida. Ao se desentender com eles, o mineiro pegou a mochila e fugiu. Logo, o ônibus voltou para Minas Gerais sem ele.

“Ele foi enganado por um casal que, em seguida, o roubou e abandonou a mesa. Deixou ele sem qualquer condição de resolver o problema. Ele não teve maldade”, afirmou Saulo Ribeiro, amigo de Bruno. “Mas acho estranho um rapaz estar sumido há seis dias”, disse.

Parentes foram para Cabo Frio na tentativa de encontrá-lo e comunicaram o caso à Polícia Civil, que também está à procura do desaparecido.

Empresa prestou ajuda
A Vivitour alegou que o passageiro comunicou à empresa que teve um imprevisto e, por isso, não poderia voltar a Minas Gerais. Logo, o ônibus retornou para Igarapé, mas continuou dando suporte à família.

“No momento do embarque para retorno, um de nossos clientes brevemente nos informa não ter disponibilidade para reembarcar devido a um ocorrido inesperado ao qual teria que resolver. Como de costume, aguardamos o prazo máximo de espera e ficou decidido que deveríamos informar às autoridades locais e manter o cronograma inicial de retorno, devido ao contrato combinado com os demais passageiros”, diz o comunicado.

“Ao chegarmos de volta em Igarapé, mesmo sem informação, fizemos o possível para localizar a família do rapaz ao qual não realizou o retorno conosco. Após colocá-los a par da situação, buscamos auxílio das autoridades para novas instruções de como procederíamos” complementa a nota.

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