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Polícia identifica cinco mortos em confronto de facções rivais por disputa de território do tráfico em Macaé

Bertha Muniz

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O Instituto Médico Legal (IML) divulgou a identidade dos cinco mortos durante um confronto entre facções criminosas pelo controle do tráfico da comunidade da Malvinas, em Macaé, ocorrido no fim da noite desta quarta-feira (18). A tentativa de invasão terminou com outra troca de tiros, desta vez com a Polícia Militar (PM ), que socorreu quatro dos envolvidos para o Hospital Público Municipal (HPM). Segundo a PM, eles morreram após darem entrada na unidade de saúde.

A vítimas foram identificadas como Cristian Miller Nunes Dias, de 24 anos, Paulo Henrique Oliveira Cardoso, de 23 anos, Diego Fernandes Amurim da Silva, de 29 anos, Lucas Morales Souza dos Santos 23 anos e Ivan Teixeira Figueira, de 32 anos. Diego e Ivan eram oriundos de comunidades do Rio. Os outros três mortos moravam em Macaé. Segundo a Polícia Civil, das cinco vítimas, apenas Lucas Morales não possuía anotações criminais. Ainda de acordo com a Civil, o número de vítimas no confronto pode subir, pois ainda há baleados hospitalizados.

Militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC), chegaram à Macaé na madrugada desta quinta-feira (19) e ocuparam as comunidades Malvinhas e Nova Holanda, onde permanecem em operação. Durante uma incursão ao mangue da Malvinas, na noite desta quinta-feira, traficantes fizeram uma família refém. As vítimas já foram libertadas, mas ainda não há informações de presos ou baleados.

Toda essa guerra em Macaé teria sido iniciada por traficantes oriundos de favelas localizadas na capital, já que os pontos de tráfico de Macaé são um dos mais cobiçados do estado, chegando a arrecadar R$ 1 milhão por semana. Ontem, no local da troca de tiros, na Malvinas, militares apreenderam três fuzis, uma pistola, duas granadas e 115 munições.

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