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PM lotado no batalhão de Macaé é preso sob acusação de vender informações de policiais para traficantes

Bertha Muniz

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Cabo Motta era lotado no 32°BPM de Macaé e atuava na 3° Companhia, em Rio das Ostras.

Um Cabo da Polícia Militar foi preso, na manhã desta quarta-feira (4), durante uma operação conjunta entre agentes do 32° BPM de Macaé e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar do Rio de Janeiro (DPJM). A prisão ocorreu dentro da 3ª Companhia de Rio das Ostras, onde o militar atuava.

As investigações mostraram que o policial, que fazia parte do Grupo de Ações Táticas (GAT), mantinha contato direto com traficantes da cidade de Rio das Ostras.

Durante a investigação, foram registrados trechos de conversas, onde o policial fornecia endereços de residências dos próprios colegas de trabalho em troca de dinheiro. Em uma das conversas, o policial forneceu o endereço da casa de policias e também forneceu a placa e o modelo dos carros particulares dos colegas, que a meses vinham recebendo ameaças de traficantes.

Durante a investigação, foram registrados trechos de conversas, onde o policial fornecia informações sobre operações.

Em dado momento das conversas, o PM passa para um traficante, o número da própria conta bancária para receber valores referentes a vendas das informações. Em outros trechos, o policial vaza dados sigilosos sobre operações do 32º BPM que estariam para ocorrer no município. Durante revista ao armário do policial, os agentes da DPJM encontraram vários  entorpecentes escondidos, e munições de vários calibres.

Os agentes chegaram até o policial, após o celular de um traficante ser apreendido, e no aparelho foram encontradas todas as conversas do Militar com os marginais. Todo o material apreendido e o policial foram levados para a delegacia de Polícia Judiciária Militar no Rio de Janeiro, onde o PM permanece preso. Antes de ser lotado no 32º BPM, policial trabalhou no 25º BPM, em Cabo Frio.

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