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Julgamento de suspeitos de assassinarem a cantora Loalwa Braz é adiado em Saquarema

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Vocalista do grupo “Kaoma” foi assassinada em janeiro. O corpo dela foi encontrado carbonizado no porta-malas do próprio carro

Bertha Muniz

A justiça determinou o adiamento por tempo indeterminado da audiência de instrução e julgamento dos três suspeitos de planejarem e executarem a morte da cantora Loalwa Braz, vocalista do grupo “Kaoma”, inicialmente marcada para ontem (29), no Fórum da cidade de Saquarema, na Região dos Lagos. Para justificar o adiamento, a juíza Aline Dias, da 1ª Vara da Comarca, alegou que os três réus eram representados pelo mesmo defensor público e que um deles apresentou uma versão do crime diferente dos outros dois durante as investigações.

De acordo com a juíza, o réu que mudou a versão do crime será ouvido novamente em breve. Caso ele mantenha a sua nova versão, terá que pleitear outro defensor para defendê-lo na ação. Ao todo 15 testemunhas, entre defesa e acusação, estavam arroladas para o julgamento. Loalwa Braz foi assassinada no dia 19 de janeiro.

O corpo dela foi encontrado carbonizado no porta-malas do próprio carro, que tinha sido levado por dois assaltantes. Três suspeitos de envolvimento na morte foram presos e autuados pelo crime de latrocínio, cuja pena máxima é de 30 anos. Eles foram levados para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu (RJ). Um deles era funcionário na pousada onde Loalwa era dona e morava. Na época do crime foram levados R$ 15 mil, louças, discos da cantora e porcelana. 

 

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