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Ausência de testemunha adia júri de acusado na “chacina de Macabu”

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Cristiano Maurício de Castro chegou a ir ao plenário do Fórum e depois do adiamento retornou para o presídio Carlos Tynoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes
Bertha Muniz

Colaborou: Luan Santos

Foto: Luan Santos
A Vara do Tribunal do Júri adiou para dia três de maio o julgamento do empresário Cristiano Maurício de Castro, o “Pindoco”, acusado de planejar e executar a morte três parentes – irmã, sobrinho e mãe- de sua ex-mulher, Cátia dos Santos, hoje com 39 anos.A ausência de uma testemunha de defesa provocou a suspensão do julgamento inicialmente marcado para ontem (22) às 10h, no Fórum de Conceição de Macabu.

De acordo com o TJ-RJ, a defesa solicitou a substituição de uma testemunha por outra, considerando-a imprescindível. A testemunha não chegou a ser citada e diante do direito de ampla defesa, foi designada outra sessão. Oito testemunhas de acusação e oito de defesa estavam intimadas para comparecer à audiência. O caso é analisado por júri popular.
Pindoco está preso desde 2013 e teve todos os recursos de habeas corpus negados pelo judiciário. Ele chegou a ir ao plenário do Fórum de Conceição de Maccabu e depois do adiamento retornou para o presídio Carlos Tynoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes.

 

Relembre o caso

 

Na ocasião do crime, ocorrido no dia dois de março de 2013, Cristiano Maurício de Castro, teria entrado na casa da mãe da ex-companheira, arrombando o portão e a janela da casa utilizando um machado.

Ele teria matado a ex-sogra, Mariza Alves dos Santos Moraes, 59 anos, sua ex-cunhada, Simone dos Santos, 39 anos e o sobrinho da ex-mulher e filho de Simone, Marcelo dos Santos da Silva, de 17 anos. Cátia levou um tiro na cabeça, mas sobreviveu com sequelas ao atentado.

Além de acusado de matar as três pessoas em Conceição de Macabu, Cristiano também possui duas passagens pela polícia por suspeita de venda água mineral adulterada no estabelecimento comercial de sua propriedade.

Foto: Luan Santos

 

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