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Prefeitura e promotoria visitam obra de escola do estado abandonada

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Visita foi na tarde desta terça-feira (24) em obra inacabada, localizada no bairro Lagomar. 

Da redação

O secretário de Educação, Guto Garcia, e a promotora de Justiça da Infância e Juventude, Regiane Cristina Dias Pinto, estiveram, nesta terça-feira (24), na área da obra inacabada da escola estadual, localizada no Lagomar. O local,  que abriga um prédio de três andares é situada na rua W 18. A intenção do município é receber autorização do Governo do Estado para concluir a obra e atender uma média de três mil alunos  do  6º ao 9º ano de um dos bairros mais populosos de Macaé.

Segundo o secretário de Educação, Guto Garcia, a estrutura da escola, que foi construída em área cedida pelo Governo Municipal, é ideal para atender alunos do primeiro segmento do Ensino Fundamental, durante o dia, e Educação de Jovens e Adultos (Eja), no turno da noite. "A área é ampla e a obra não foi concluída. Diante deste fato, a Secretaria de Educação encaminhou ofício de notificação ao Ministério Público e convidamos a Promotoria da Infância e da Juventude para conhecer a estrutura da obra", ressaltou.

Durante a visita, a promotora de Justiça da Infância e Juventude, Regiane Dias Pinto, afirmou que será instaurado inquérito civil público para apurar as razões da interrupção da obra. "Iremos solicitar informações ao Governo do Estado, o motivo da obra inacabada", pontuou.

A visita contou também com a participação do coordenador de Transportes, Cristiano Amado, e o superintendente de Infraestrutura, Fabrício Reid. "Para ser concluída, a obra necessita de pequenas intervenções no sistema hidráulico e elétrico, pintura, colocação de janelas e forro, além de acabamentos nos pisos, escada e rampa", detalhou Reid.

Outra proposta apontada pelo secretário de Educação, Guto Garcia, seria contar com uma gestão compartilhada com o Governo do Estado para o oferecimento no turno da noite do Ensino Médio, que é apenas oferecido na rede estadual. Na ocasião, ele lembrou ainda, que se o Governo do Estado liberar a área, a obra vai contribuir com a redução de gastos e, consequente, diminuição de prédios alugados. "Teríamos um prédio próprio para atender uma média de mil alunos por turno, o que facilitaria na oferta de vagas para os moradores do bairro", completou.

Prédio- A estrutura da escola estadual inacabada é dotada de 22 salas de aula com 50 metros quadrados, laboratórios, biblioteca, quadra de esportes e refeitório, além de laboratórios de ciência e de informática, sala de artes, auditório, biblioteca e ginásio. O espaço também conta com quadra coberta, área para estacionamento, mini-palco e vestiários.

O prédio começou a ser erguido pelo Governo do Estado no ano de 2013 e a obra estava prevista para se transformar em uma escola padrão de formação bilíngue (inglês/português).

Crédito: João Barreto

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