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Águas do Brasil arremata serviço de saneamento básico de Carapebus

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O município de Carapebus terá o serviço de saneamento básico oferecido pela Águas do Brasil. Nesta quarta-feira (29), em São Paulo, foi realizado o leilão do bloco 3 da CEDAE e a concessionária arrematou com lance de R$ 2,201 bilhões. O prefeito do município, Bernard Tavares, e o secretário de Planejamento, de Jefferson Viana, acompanharam o evento, que também teve presença do governador Cláudio Castro. O arremate garante à Carapebus a arrecadação de alguns milhões, que ainda serão contabilizados, e que irão para o caixa do governo.

"O repasse do montante ao município foi uma proposta do governo estadual, por ser considerado um retorno em cima da outorga vendida. A empresa terá que investir R$ 4,7 bilhões ao longo dos 35 anos de contrato de concessão para universalizar água e esgoto nas áreas concedidas. A curto prazo, em 2022, receberemos uma fração em dinheiro desse leilão e iremos investir em obras na cidade, o que trará maior qualidade de vida a população. E a longo prazo teremos água e saneamento básico extensivos a todos os bairros através da iniciativa privada. Esta é mais uma conquista do município. Mais qualidade de vida para a população carapebuense", disse o prefeito.

Além de Carapebus, com o resultado, a Águas do Brasil assume o serviço de saneamento básico de outras 19 cidades fluminenses. "O leilão é um importante avanço para o Estado do Rio de Janeiro e os municípios. Parabenizo o Governador Cláudio Castro e sua equipe pela coragem e tomada histórica de decisão. A iniciativa privada tomara para si essa importante responsabilidade de cuidar do saneamento e abastecimento de água dessas cidades", comemora Bernard.

Com a concessão, a universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nesses municípios é esperada em 11 anos. No ritmo anterior, seriam necessários, no mínimo, 140 anos. A concessão à iniciativa privada vai acelerar o desenvolvimento socioeconômico fluminense. O estado e municípios receberão mais de 50 bilhões de reais, entre outorga paga pelos consórcios vencedores dos leilões dos blocos e investimentos que deverão ser realizados.

No estado, mais de um milhão de pessoas ainda não têm acesso a abastecimento de água e mais de 60% do esgoto produzido em nosso território não é tratado.

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