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Quissamã investiga três casos suspeitos de coronavírus

Bertha Muniz

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A secretaria de Saúde de Quissamã divulgou, na tarde desta segunda-feira (6), que há três casos suspeitos no município, com síndrome gripal, com vínculo epidemiológico de coronavírus (teve contato com alguém com a doença, ou saiu da cidade e foi para local com índice da pandemia). Duas pessoas estão em quarentena domiciliar e uma está no Hospital Municipal Mariana Maria de Jesus. Todos tiveram material colhido e encaminhado ao Laboratório Central Noel Nutels (LACEN), no Rio de Janeiro.

Ainda nesta segunda, a prefeitura recebeu o resultado negativo dos exames de duas pessoas que estavam sendo monitoradas. Outros três casos estão sendo investigados. Não há casos confirmados no município e nem óbitos por conta do Covid-19.

“Temos três casos suspeitos em Quissamã. Colhemos o material e enviamos para o Estado. As pessoas são suspeitas quando apresentam sintomas, ou quando viajam, ou têm contato com locais onde há casos confirmados de coronavírus. Se compararmos com as cidades vizinhas, temos poucas ocorrências porque o município saiu na frente e implementou várias frentes de prevenção, como as barreiras sanitárias, a implantação do Centro de Triagem Respiratória, hospital de campanha e serviço do Disque Saúde. Isso nos permitiu monitorar os casos de síndromes respiratórias, que não são de Covid-19. É importante que as pessoas fiquem em casa, colaborem. Estamos no início da pandemia e a previsão é de crescer no nosso país e também no município. Estamos recebendo esta semana 250 testes rápidos, que em 20 minutos dão o resultado. Desta forma, facilita mapear e isolar os casos”, disse Roberto Lopes, subsecretário de Saúde de Quissamã.

Todo o paciente que apresentar os sintomas, ou que tiver dificuldade de respirar, e que tenha viajado para cidades com casos confirmados, deve acionar o Disque Saúde, que agora está funcionando no número 0800-095-1909. A ligação é gratuita. Uma equipe vai até a sua casa. Pedimos que em caso de sintomas, a pessoa não procure ao hospital, ligue para o 0800”, disse a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Débora Paes.

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