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Ministério da Saúde divulga redução nos casos de dengue, zika e chikungunya nos primeiros meses do ano

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Dengue teve queda de 90,4%, chikungunya de 68,1% e zika de 95,4%. Dados são referentes até o dia 15 de abril

 

Daniela Bairros

 

O Ministério da Saúde divulgou nessa segunda-feira (08) boletim epidemiológico e informou que os casos de dengue, zika e febre chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aedgypti, tiveram redução nos números de casos nos primeiros meses deste ano.

Segundo o órgão, somadas as três doenças, a redução foi de 88,9%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Nos primeiros meses de 2017, até o dia 15 de abril, o Brasil registrou 113.381 casos suspeitos de dengue, 43.010 de febre chikungunya e 7.911 de zika. Dengue teve queda de 90,4%, chikungunya de 68,1% e zika de 95,4%.

Em 2016, os números dos casos foram altos, principalmente as arbovirores, que são doenças transmitidas por mosquitos. Foi o segundo ano com maior número de dengue, desde o início dos registros, em 1990, perdendo somente para 2015. Também foi recordista em zika e chikungunya, doenças que chegaram mais recentemente ao país e que, portanto, não têm muitos dados anteriores para comparação.

Dengue

Em 2017, foram 113.381 casos de dengue até 15 de abril. No ano passado, havia 1.180.472 casos na mesma época. A região Sudeste concentrou o maior número de casos, 32,9% do total registrado no país, mas a região com maior incidência foi o Centro-Oeste, com 160 casos a cada 100 mil habitantes.

Houve 17 mortes por dengue este ano, em contraste com 507 mortes no mesmo período do ano passado. Além disso, houve 57 casos de dengue grave e 793 casos de dengue com alarme.

Chikungunya

Quanto à chikungunya, foram 43.010 casos em 2017, ante 135.030 no ano passado. A região Nordeste é a que registrou maior incidência. Além disso, este ano teve nove mortes confirmadas pela doença. Ao longo de todo o ano de 2016, 196 pessoas morreram de chikungunya no país.

Zika

O país teve 7.911 casos de zika em 2017, em comparação com 170.535 no mesmo período do ano passado. A região Centro-Oeste é a que apresentou maior incidência e não houve nenhuma morte confirmada pela doença este ano.

 

 

Crédito: Divulgação

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