Mídias Sociais

Destaque

Anvisa proíbe comercialização do leite condensado Fazendeira

Publicado

em

 

O lote vetado foi o 0681M1, que já havia sido interditado preventivamente por 90 dias

 

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização de um lote do leite condensado da marca Fazendeira. O lote vetado foi o 0681M1, que já havia sido interditado preventivamente por 90 dias e agora foi definitivamente proibido por não apresentar contraprova à interdição inicial. A decisão foi tomada por conta de laudo de análise emitido pelo Laboratório Central Noel Nutels, do Rio de Janeiro.  O parecer constatou presença, em excesso, de Estafilococos Coagulase Positiva, bactéria que pode provocar vômitos, dor de barriga e mal-estar.

Na época da interdição preventiva, a Baduy e Cia Ltda, de Ituiutaba (MG),fabricante do produto, publicou em sua página na internet uma nota pública, na qual se manifestou sobre os resultados das análises do produto e a interdição de um dos lotes pela Anvisa. Na nota, a empresa esclareceu que, preocupados com a qualidade e a segurança dos produtos que oferecem, exercem um severo controle em todas as etapas do processo de fabricação dos produtos, desde a seleção dos ingredientes até a fase final de embalagem e distribuição. Segundo a nota, a qualidade e a uniformidade dos produtos da Baduy e Cia Ltda, seguem rigorosamente os requisitos regulamentares pelo MAPA/DIPOA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal). Ainda segundo a empresa, não há registros no SAC ou em qualquer outro órgão com reclamações do produto Leite Condensado Fazendeira com data de fabricação do dia 17/01/2017 Lote 0681 M1.

Segundo a Anvisa, a Baduy e Cia Ltda não poderá mais comercializar e distribuir o produto, além de ter que recolher todo o estoque existente no mercado.  A definição está na Resolução – RE n° 3415, publicada no Diário Oficial da União.

O que o consumidor deve fazer

De acordo com a Anvisa, o recomendável é que este produto não seja consumido para evitar prejuízos à saúde, especialmente em pessoas mais vulneráveis como crianças, idosos ou pessoas que já estão doentes. A Anvisa e as vigilâncias sanitárias dos estados e municípios são responsáveis pela fiscalização deste tipo de produto do ponto de vista da saúde. Caso o consumidor acredite que foi lesado e deseja ser ressarcido, ele poderá procurar um órgão de defesa do consumidor como o Procon de sua cidade.

Da redação

Crédito: Divulgação

Mais lidas da semana