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Quatro conselheiras tutelares têm candidaturas impugnadas em Macaé

Bertha Muniz

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Quatro candidatas eleitas conselheiras tutelares para o município de Macaé no pleito realizado em 6 de outubro tiveram as candidaturas impugnadas, após análise do Ministério Público (MP) e da Comissão Eleitoral. A decisão e os nomes dos candidatos impugnados serão publicados em Diário Oficial.

As impugnações ocorreram durante a sessão plenária realizada ao longo desta quinta-feira (7), no auditório do Conselho Municipal Dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDDCA). A sessão foi aberta ao público e teve a presença do presidente da comissão eleitoral do CMDDCA, Ministério Público (MP), promotores, e da sociedade civil. As candidatas impugnadas após análise do MP e da comissão eleitoral foram: Beatriz Chagas, Katiane Pires, Liomar Queiroz e Ingrid Aprigio.

Segundo as investigações, foram constatadas práticas vedadas aos candidatos no decorrer da campanha eleitoral. Os motivos das impugnações são: boca de urna, campanha indevida no dia da eleição, compra de votos, uso de poder econômico, entre outros.

Antes da decisão, os candidatos tiveram 48 horas para apresentar defesa, que ocorreu no mês passado. A impugnação aconteceu após a análise das defesas apresentadas pelos candidatos e, segundo o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, que organiza as eleições, não cabem mais recursos administrativos, apenas judiciais.

 

O pleito deste ano foi concorrido e polarizado, com o maior número de votantes da história de Macaé, onde mais de 9 mil eleitores compareceram às urnas. Em todo o estado, o MP recebeu 113 denúncias de irregularidades no dia da eleição. Os conselheiros eleitos vão atuar no mandato 2020-2023. A posse vai acontecer no dia 10 de janeiro do próximo ano.

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