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Clima de protesto continua em Iguaba Grande após suspensão da eleição suplementar

Thaiany Pieroni

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A volta da prefeita Grasiella Magalhães a Prefeitura de Iguaba Grande (PP) continua gerando polêmica na cidade. Em menos de uma semana, dois protestos já foram realizados na cidade contra a suspensão da eleição suplementar, que estava marcada para acontecer no próximo dia 28 de outubro.

O primeiro manifesto foi em frente à Prefeitura Municipal, já o segundo ato foi dentro da Câmara dos vereadores, nesta terça-feira, 09. A sessão aconteceu com a assistência lotada e muitas manifestações. Mas, quando o vereador, Balliester Werneck, que estava como prefeito interino foi se pronunciar, o tumulto foi tão grande, que foi necessário o encerramento da sessão, mesmo antes da conclusão do expediente.

Antes de encerrar a sessão foi confirmado que a votação das contas da prefeita serão votadas na próxima quinta-feira, 11. A previsão é que um novo ato seja realizado.

 

Sobre o caso - A eleição suplementar, que aconteceria no município de Iguaba Grande, no próximo dia 28 de outubro, data em que ocorre o 2º turno das eleições gerais, foi suspensa. No último dia 05 de outubro, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu o agravo regimental que afastava Grasiella do cargo de prefeita.

Ana Grasiella Magalhães (PP) foi afastada do cargo após o STF ter cassado, no dia 30 de maio, uma liminar que a mantinha como prefeita do município.

Apesar de ter sido a candidato mais votada em outubro de 2016, Grasiella precisou entrar com um recurso para assumir o cargo porque o juiz eleitoral de Iguaba Grande negou o registro de sua candidatura. O magistrado entendeu que sua eleição constituiria efetivamente um terceiro mandato do mesmo grupo familiar, o que é ilegal. O sogro da candidata foi eleito, em 2008, para um mandato de quatro anos, mas renunciou seis meses antes das eleições de 2012 para permitir que a nora se candidatasse naquele pleito.

 


 

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