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Centro de Convivência do Idoso de Macaé renova suas atividades

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As atividades no Centro de Convivência do Idoso (CCI) estão intensas neste primeiro semestre do ano. Aulas de alongamento e musculação, terapia ocupacional, oficina de memória, auditório para palestras e eventos, artesanato (com arteterapia e massoterapia) e fisioterapia são algumas das ações promovidas. "Queremos que os idosos cheguem no CCI pela manhã e saiam à tarde, com a saúde em dia", informa a secretária de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade, Tatiana Pires.

Para a coordenadora do CCI, a assistente social Marilene Góes, o objetivo de todas as atividades é promover o envelhecimento saudável e a qualidade de vida dos idosos. "Nossa meta é propiciar ações para que esse público tenha fortalecimento de vínculos afetivos, com novas oportunidades de amizades e de socialização", afirma.

O Centro de Convivência do Idoso tem como projetos reativar parceria com o setor de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro para que sejam feitas avaliações nutricionais nesse público. Preparação de horta medicinal também está nos planos, além da execução de palestras sobre diversos assuntos sobre saúde, fato que contribuiria para evitar e combater doenças nessa faixa etária.

Atualmente, são cerca de 200 idosos inscritos no CCI. O endereço do Centro de Convivência do Idoso é Estrada do Caminho, sem número, bairro Ajuda de Baixo, Macaé - RJ.

Uma aula que promove elevação da autoestima

Cinquenta e nove alunas com idades acima dos 74 anos fazem todos os dias, das 8h às 17h, com as professoras Marilene Guedes e Mônica Sales, aulas de artesanato. Estas envolvem massoterapia (tratamento terapêutico através de massagens) e arteterapia - arte livre conectada a um processo terapêutico, na qual há técnica especial, funcionando para interligar os universos interno e externo das pessoas.

- Nosso objetivo é utilizar as aulas para trabalhar a autoestima dos idosos, com sua coordenação motora (articulação), além de imprimirmos neles conceitos como cooperativismo, socialização e comercialização - diz Marilene Guedes.

A professora acrescenta que quando as idosas comercializam seus produtos artesanais se sentem incluídas socialmente. "Buscamos ainda resgatar a própria vida das alunas, numa clara ação contra doenças emocionais como a depressão, comum em idosos", completa.

 

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